Capítulo – 19 – O retorno da Olaf

Capítulo – 19 – O retorno da Olaf

Capa: Tattah Nascimento

Revisão: Isie Lobo e Nefer

Texto: Carolina Bivard


 

Capítulo – 19 – O retorno da Olaf

A engenheira pesava sobre ela e Bridget escutava a respiração descompassada próxima a seu ouvido. Ainda de olhos fechados, deixou suas narinas captarem o perfume que emanava do corpo da freyniana. Tinha o cheiro gostoso da excitação e do sexo molhado. Nada lhe deu mais gosto do que sentir o corpo sobre ela tremer, pois lhe dava a certeza que a engenheira estava carente da liberação do próprio gozo. Sorriu, ao elevar a coxa entre as de Kara e sentir na pele o sexo febril e úmido. Kara estremeceu, arfando, quando percebeu que a morena bailava, esfregando-se na sua intimidade e provocando arrepios, fazendo o clitóris enrijecer.

– Deixa eu acalmar seu corpo.

Bridget falou se desalojando do abraço, ajoelhando entre as pernas da freyniana. Antes que Kara pudesse virar de frente, a ex-oficial segurou seus quadris elevando-os e deixando a engenheira-médica de quatro. Beijou as costas com delicadeza, encostando o sexo nos glúteos empinados. O gemido rouco de Kara mostrou o quanto estava excitada e desejosa dos toques da comandante. A morena deslizou sua mão pela pele macia e apertou o músculo saliente dos glúteos, antes de resvalar entre eles até chegar ao clitóris, deslizando os dedos entre as dobras molhadas. Burilou ali, escorregando sem dificuldades, depois que colheu o líquido viscoso na fenda exposta da freyniana.

– Isss… você está gostosa demais, Kara.

Bridget se esfregou mais intensamente nos glúteos, fazendo a engenheira jogar a cabeça para trás, gemendo alto diante do gostoso estímulo.

– Entra em mim, Brid. Entra bem gostoso…

A comandante olhava para ela rebolando contra seu sexo, e aguou a boca. Fazia tempo que ela queria provar aquele gosto. Deixou de lado todos os seus receios, mesmo que um “sininho” estivesse lhe atormentando a mente. Tinha medo que a freyniana transmutasse, mas naquele momento, largou de mão toda a prudência e desceu com a língua, fazendo um caminho na fenda entre os glúteos da engenheira, descendo a língua devagar e chegando ao clitóris e ao cerne do desejo. Deslizou novamente para chegar à abertura e empurrou a língua para dentro da cavidade, sorvendo o sabor e se deleitando no gosto. Kara urrou, jogando a pelve para trás, e se abrindo mais, sentindo o toque gostoso da morena.

Bridget a atormentou, empurrando e provocando, entre as dobras e a abertura, que a cada estocada da língua, parecia se dilatar para dar-lhe passagem. Finalmente, retornou ao clitóris intumescido e burilou, ávida por ver a freyniana derreter-se e oferecer seu gozo.  Kara tremeu e contraiu num espasmo, urrando em prazer e, finalmente, Bridget tinha seu prémio. Deliciou-se com o líquido vertido na boca, sugando-o. Amparou o corpo de Kara, que vencido, relaxava sobre o colchão.

Abraçou-a e com carinho, tocou a cabeça, entrelaçando os cabelos entre os dedos, num cafuné suave. Viu o sorriso de Kara se fazer no rosto e abrir os olhos com uma expressão de satisfação e alegria.

– Eu sei que teve medo. – Kara finalmente falou, observando o rosto moreno. – Obrigada. Não sabe o quanto foi importante para mim a sua entrega.

– Kara… – Suspirou – Kara, não posso dizer que não me assusta, mas sei que você não pode mudar e eu gosto de você. Acho que alguns conceitos terão que se modificar dentro de mim, se eu quiser estar com você. Só peço paciência. Mas não pense que eu não estava assustada. Tava com um medo dos infernos!

Sorriu sem graça, levando a engenheira a rir com ela. Kara fez um carinho no rosto e a encarou amorosamente.

– Por isso foi importante para mim. Sei que está se esforçando para dar certo e gostaria que, quando acontecer, você mostrasse se a desagrada ou não. Eu também quero que dê certo e temos que percorrer esse caminho juntas. Eu nunca namorei alguém que não fosse de minha espécie e nunca precisei me preocupar com isso.

****

– Bom dia! Ou boa tarde, não sei. – Bridget sorriu, acordando a engenheira-médica com um beijo. – Temos que ver o ciclo de dia e noite desse planeta. Quando acordo e acho que é dia, olho pela escotilha e está tudo escuro lá fora.

Kara acordou com o som da voz de Bridget, que falava suave entre beijos em seu pescoço. Sorriu.

– Este é um planeta pequeno. Tem um ciclo de quinze horas. Verifiquei quando Helga partiu para Ugor.

– Quer café? Fiz um bem forte, pois sei que irá se enfurnar no centro médico.

– Quero sim, mas antes vou escovar meus dentes e trocar de roupa.

Kara falou, já levantando. Beijou os lábios da comandante e saiu em direção ao banheiro. A comandante a olhou, imaginando que poderia acordar feliz, todos os dias, ao lado da freyniana. Era um sentimento que há muito tempo não tinha e se dividia entre o medo e a alegria.

****

– Está tudo tranquilo lá fora, mas a espera está me matando. Eu estou preocupada com Helga. Pela hora, ela deve ter chegado a Ugor há um bom tempo.

Falou Bridget, entrando no centro médico, vendo Kara de jaleco manipular um equipamento sobre uma lâmina.

– Pense que ela tem que conversar com os dirigentes de Ugor, convencê-los a nos auxiliar e retornar. Ainda não deu tempo para isso tudo.

– Mais um dia está passando e daqui a pouco iremos dormir, novamente. Já tem um ciclo inteiro de vinte quatro horas desde que ela partiu e penso que retornar não seria problema. Todas as naves deles fazem a dobra que Decrux… Deixa pra lá. Tô ansiosa mesmo. Conseguiu alguma coisa?

– Consegui escanear e ler alguns grupos de attochips.

– E achou alguma coisa?

– A linguagem de programação é muito diferente da que eu conheço. Mas consegui traçar um padrão. Alguns estão inertes e não estão processando nada, enquanto outros, não param a atividade.

– Então estes inertes é que estão estragados?

Kara gargalhou. Balançou a cabeça, retirou as luvas e pegou a mão da comandante, fazendo-a aproximar e apontou para a tela que mostrava a definição dos attochips.

– Exatamente o contrário. Eu posso não compreender completamente a programação deles, mas sei que não deveriam estar em atividade. Eles só poderiam processar na interação com sistema. Isolei os dois grupos e agora devo ver que processos estes bichinhos estão executando.

Um alarme soou e as duas mulheres se entreolharam assustada. Kara retirou a pistola do coldre no mesmo instante.

– Tranque a porta. Eu vou até a ponte para ver o que está ocorrendo.

– Nem pensar, que vai sozinha. Nós só temos esses míseros comunicadores e nem posso te acompanhar pelo supervisório. Pode me esperar que vou com você!

Kara comandou por voz a abertura de um armário e pegou um coldre com uma pistola. Prendeu-o na cintura e perna e, depois, pegou um rifle phaser. Bridget a olhou admirada, pois a engenheira manipulava e averiguava as condições do rifle com desenvoltura.

– Vamos?

– Quem sou eu para dizer que não?

Respondeu Bridget, com um sorriso irônico, no entanto satisfeito.

Saíram apressadas do centro médico em direção à ponte. Através do sistema de segurança que Bridget instalara, poderiam verificar quantas “assinaturas de calor” e que tipo de “assinaturas” se aproximava da nave. Chegaram e Bridget logo digitou os códigos no console para liberar a imagem na tela central. A imagem abriu dividindo a tela em duas. Uma com imagens da área externa que alternava entre as câmeras, mostrando ao redor da nave e outra, com um escaneamento de calor em movimento.

– Ali, a sudoeste. São cinco e de estrutura humanoide.

Falou Kara apontando para a imagem que mapeava o calor dos corpos em movimento. Bridget acionou a câmera que mostrava a região e viram Helga se aproximar acompanhada de quatro pessoas.

– Pelas águas sagradas de Cantara! É Helga com os ugorianos. – Bridget relaxou, aliviada.

– Como sabe? Ela está na frente e eles estão a acompanhando com armas em punho. Será que vieram nos ajudar, realmente?

– Eu sei que vieram nos ajudar. Eu conheço o povo de Ugor. Eles são pacíficos e o máximo que aconteceria se não quisessem nos ajudar, seria enviar Helga de volta sem nada. Os dois de uniforme claro são do Instituto de Ciências de Ugor e os de uniforme escuro são agentes da frota do planeta. Certamente as armas são para proteção do grupo.

– Então vamos abrir para que entrem. Estou feliz, Brid, pois apesar dos avanços que fiz, demoraria bastante para decodificar aquelas coisinhas minúsculas.

– Você conseguiria, Kara, tenho certeza. O nosso maior problema é o tempo. Se ficássemos aqui neste planeta muito tempo, nossos suprimentos poderiam acabar.

Elas caminhavam pelo corredor em direção a área de embarque. Quando chegaram, viram pelo vidro da porta que Helga tentava abrir e a senha não funcionava. Bridget se apressou para destravar o painel. A porta se abriu e a Olaf entrou com o grupo.

– Queria me deixar do lado de fora, é? – Perguntou a regente.

– Desculpa, Helga, mas quando você partiu, instalei um módulo de segurança ao redor da nave e modifiquei a senha.

– Tudo bem. A prudência é a melhor forma de proteção.

– Prudência? Dessa daí? Acho que você errou de pessoa. Ela foi lá fora sozinha, instalar isso, enquanto eu estava no centro médico.

– Sou prudente sim, tá. Levei comigo um canhão neutralizador.

– É? E se alguém chegasse, enquanto estivesse instalando o módulo de segurança? Quem acionaria o canhão neutralizador?

– Isso é um detalhe.

A Olaf começou a rir da implicância das duas. Ela estava contente por Ugor ter aceitado ajuda-las e, mais ainda, por ter se encontrado com Barbien. Na época em que se conheceram, ele era o embaixador de Ugor e estreitaram laços de amizade. Agora Barbien era o presidente do planeta. A recepção dela em Ugor foi melhor do que esperava.

– Meninas, quero apresentar a vocês a Tenente-Brigadeiro Edith, o coronel Lars, a pesquisadora-cientista Aloá e o seu assistente, Erarich.

– Prazer em conhecê-los. Sejam bem-vindos à Decrux. Sou a comandante Bridget Nícolas e esta é minha oficial de engenharia espacial Kara Lucrétia.

 

Leia outros capítulos desta história<< Capítulo 18 – O SangueCapítulo 20 – Segredos >>
Carolina Bivard

Carolina Bivard

Escritora de histórias homoafetivas femininas, postando seu trabalho desde 2009 na internet. Casada desde 1999, residente em Niterói, no estado do Rio de Janeiro. Adora viajar e compartilhar as horas vagas com amigos e família.
A literatura sempre atraiu, levando a um momento de ruptura, onde ler não era mais o suficiente. Colocou suas ideias no papel, a princípio e depois, páginas de word, para mais adiante vazarem para o mundo virtual.
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16 Respostas para Capítulo – 19 – O retorno da Olaf

  1. Ooiee Carolzinha!!
    Eu não tinha visto o capítulo extra,ontem foi um dia muito puxado,estava a full com ensaio e minha apresentação de dança.
    No entanto,consegui ler no bus.
    Como sempre nota 10.
    Bri tem uma personalidade que encanta,forte e determinada,só tem o problema que qndo enfurece não escuta nada,como foi o caso com Kara.A coitada nem sabia de nada,porém tb o vírus mental já se apoderou da cabeça dizendo “é amiga,devia saber”.Mas quando se acalme vai atrás de Kara.
    Uau,Kara explodiu legal,gostei,não foi sem noção,momento certo.
    Será que são confiáveis essa tal de Brigadeiro e cia? Espero mesmo pq Detrux tá complicado e o tempo corre…veremos!!
    Sim,não disse nada sobre as cenas de sexo pq vc ainda não deixou sua marca registrada.Te direo qndo deixei..;)

    Fica bem e tenha um bom domingo e ótima
    segunda!Até terça,Bi!!
    Beijo grande
    Ps:vc pisou no Rock in Rio?

    • Oi, Lailicha!
      E como foi a apresentação de dança?
      Então, agora teve outro cap e a Helga esclareceu umas coisinhas pra esquentadinha da Brid. Rsrs Acho que ela se deu mal nas esquentações dela desta vez. Ficou de cara. Rsrs
      Kara tem uma personalidade forte também, embora com o tempo, a alma dela estivesse um pouco quebrada. Talvez agora ela se anime, em encarar coisas mais vezes. Rsrs
      Esse povo é governo e não se meterão na briga dos outros por qualquer coisa, mas agora, como a Kara falou, chegou na porta deles. Então…
      Tá bom, mas quando chegar me conta pra eu saber o que é. rsrs Não desconfio mesmo da minha marca registrada. Rsrsr Só se for…. Mmmm Acho que já sei. Rsrs Mas depois eu conto. kkkkkkk
      Brigadão, Lailicha! Fica na paz e um beijão pra você!
      Ps . Dessa vez não vou no Rock in Rio. Snif. Snif Não tava muito animada e não comprei, mas agora que começou, me deu água na boca. Rs No outro ano que fui, foi muito legal. Rs
      Ps2.: Ah, ia me esquecendo. Responde no comentário do capítulo novo, pq as vezes me perco para responder. rs

  2. Bi,
    Capítulo super perfeito, vc arrasou,claro que eu tenho uma percepcao alterada pq adoro sua escrita,mas td bem.Tô até boa c as critiquinhas..nem falei nada da parte sexual..kkkkkkkkkk

    Hel voltou,agora sim ,será q De volta por agora??

    Mmm,acertei é,tomará q umas dessas coisas q disse vc jogue aí mesmo!!

    Beijao
    Ps:Tenho uma dorzinha na cabeça pq tomei mt chimarrao,n sei como esse povo vive disso o dia td..assim,q deixei algo simples!

    • Oi, Lailicha!
      kkkk Eu sei que não tem falado da parte sexual e ando até estranhando, mas beleza! rsrsrs
      Bom, quanto a Decrux, eu mandei um capítulo extra ontem, Já leu? rs A coisa tá complicada. rsrs Muitas discussões diplomáticas! rs
      Putz! Será que o chimarrão te deu essa dor de cabeça? Bom, sei que chimarrão tem muita cafeína, e se não tá acostumada com essas substância, pode ser. rs
      Não se preocupe Lailicha. Só em ter você aqui, já fico feliz!
      Um beijo grande, menina!

  3. Uhul!! Errei feio em minhas conjecturas, rsrs, mas estou super feliz em ter errado, Kara “explodiu” em milhões de estrelas, ela merece, oras! Estou tão apreensiva com a situação delas que nem passou por minha cabeça que a seringa poderia conter reguladores, rs.
    Entendo perfeitamente o “medo dos infernos” que Brid sentiu, kkk. Imagina? Mas nossa comandante já está gostando da orelhinha, acho que ficará mais fácil, ou não?
    Que bom que Helga voltou e com ajuda. Decrux precisa se recuperar, para pegar no pé daquelas duas.

    Beijão, Carol
    Alguém mencionou capítulo extra. Também quero!

    • Rsrs Eu fiz um suspense para a cena, mas não ia deixar a Kara na mão. kkk
      A questão da seringa, pode ser qualquer coisa, inclusive os reguladores e também os inibidores, ou mesmo, outra coisa qualquer. rsrs Então, a gente está no escuro por enquanto. rsrs
      É, a bichinha da comandante está com um medão danado e também entendo, mas acertou. Acho que quando a gente gosta, fica mais fácil sim. rs
      O outro capítulo da ajuda já está no ar, com um cap extra ontem. rs Tensão, tensão! rs
      Beijos mil, Fabi!

    • Oi, Tamara!
      Então, você já deve ter visto o novo capítulo e também que entendeu certo, com relação aos ugorianos. Ajuda de um governo, simples assim, sem interesse nenhum? rsrs Existe? rs
      O outro está lá já, e me desculpo por ter demorado a responder o coment. Essa semana foi um pouco atarefada pra mim. Mas aqui estou! rsrs
      Obrigadão, Tamara!
      Um beijão para você!

    • Eras foi uma história muito legal de escrever, pois eu imaginei a princípio uma sociedade igualitária e em como seria se divergências quanto a isso iniciassem nessa sociedade. rs Gostei muito de escrever mesmo!
      Valeu, Naty!

  4. Oi, Carol, minha primeira vez aqui nos comentários.
    Com o fim de Alessia, resolvi sapear o site é achei que seria uma leitura interessante. Mesmo porque a Diana Rocco rasga todas as sedas do universo pra você! Rrrsss…
    Tô adorando a história. Parabéns!
    É, realmente a transmutação da Kara vai ser um momento importante e complexo, acredito. Também achei que seria desta vez!
    Vamos aguardar pra ver se a visita desse povo resolve a vida da Decrux!
    Abraços e boa semana!

    • Oi, Naty! Que legal ter você aqui!
      Se a Diana rasga sedas para mim, devo dizer a você que verá rasgação de seda também pelo lado de cá, pois eu faço o mesmo com ela. rsrs Acho que já viu a novidade. Ela está junto conosco aqui na administração do site e efetivamos isso ontem. A Diana além de uma escrita incrível, chega junto e se tornou uma amiga querida.
      Gosta do estilo ficção científica? Normalmente as pessoas tem uma resistência, mas eu gosto do estilo, assim como o de fantasia. A imaginação solta. rs
      Bom, a transmutação é algo complicado para a comandante e esse tempo delas juntas está sendo muito bom para o relacionamento.
      Quanto a visita, devo me desculpar pelo atraso na resposta do comentário, pois estava enrolada esta semana resolvendo questões pessoais e o encontro com os ugorianos já foi para o ar. Espero que tenha gostado!
      Obrigada, Naty e vamos ver o que aguarda Decrux!
      Um beijão!

  5. Oi Carol,

    Eita que a comandante torou um aço, dessa vez com a Kara hein?! 😀
    Pensei que ia ser nesse capítulo que Brid ia conhecer as ‘particularidades’ da engenheira! kkkkk Tô ansiosa menina.

    Missão dada, missão cumprida pela Helga! Mas rolou um medinho antes de Kara perceber que a Olaf estava em segurança. E essa amizade com o presidente do planeta hum?

    PS.: O que você acha de capítulos extras?! rsrsrssrsr ;D

    Abrs o/

    • kkkkk Sei que o povo tá esperando pelo momento! kkkk Mas vamos falar a verdade, quem não se assustaria sendo lésbica, lésbica? rsrs Talvez fosse mais fácil se Brid fosse Bi. rsrs
      Olha, o encontro com os Ugorianos ainda não acabou… só falo isso. he he he
      Quanto ao cap extra, acho que pode rolar. rs Vamos ver se ajusto tudinho até sexta! rsrs
      Um beijão, Lins e brigadão!

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