X PASSO 4: PEDIDO DE CASAMENTO

X PASSO 4: PEDIDO DE CASAMENTO

Narrado por Camila 

As coisas andavam perfeitamente bem, após uma semana do ocorrido no hospital, Alessandra mudou-se para minha casa, levou todas as suas roupas, pertences íntimos, e claro, nossos brinquedos. Fiz questão de preparar um lugar especial para eles, dentro do meu closet gigante, mandei fazer um espaço, onde havia também chave, e lá jaziam seus “equipamentos do prazer”, como ela gosta de chamar.

Na empresa estava tudo às mil maravilhas, meus tios e Carla adoravam Ale, até Marta que sempre julgou meus “relacionamentos”, apoiou minha decisão, elas se deram super bem, as vezes quando chego do trabalho, estão as duas na cozinha, em uma conversa animada que até parecem ser amigas de longa data. Após 3 meses, estamos mais felizes que nunca. Os repórteres nos deixaram em paz por um tempo, mas só depois de concedermos uma entrevista, decidimos isso como última alternativa, pois a invasão estava tremenda, e com muito esforço consegui convencer minha namorada disso.

Sempre que saímos Ale insistia em pagar a conta, ela dizia que já vivia em minha casa sem pagar nada, então era mais que justo que fizesse isso, ela gostava de me dá presentes, sempre me trazia flores, chocolates, e outras coisas fofas, ela é romântica, ela é perfeita.

Levei-a para visitar minha empresa, a mesma era reconhecida por todos, afinal fomos notícia, ela fora apresentada como minha namorada. Ale ficou impressionada pelas acomodações. Depois de eu servir de guia turístico pelo local, fomos para minha sala, Alessandra trancou a porta e adivinhem? Claro, transamos, em minha mesa, no sofá, na cadeira, céus, essa mulher me deixa louca só de me olhar. E eu estava perdidamente apaixonada por ela.

Quando iríamos completar 1 ano de namoro resolvi que era hora de avançar as coisas, eu a queria, como nunca, amava Alessandra Ferraz com todo o meu ser, e ninguém poderia estragar isso. Faltava 3 dias para a data especial, eu queria fazer algo inesquecível para comemorar e fazer o pedido. Com a ajuda de Carla, que a todo momento perguntava-me se eu tinha certeza, eu sempre respondia que sim. Comprei os anéis, perfeitos, não tão grandes, mas também não tão pequenos, um de esmeralda para ela, queria algo que combinasse com ela, e o outro de diamante. Também comprei uma lingerie nova, porque no fim das contas sabemos como a noite acabará, e essa seria inesquecível para minha futura esposa.

No dia em questão pedi para Marta preparar algo especial, ela não me disse o que iria fazer, a deixei livre. Por volta das 18:00hs, eu já estava em casa, dispensei Marta, assim como todos os empregados, tomei um banho delicioso, escondi a caixinha vermelha, e esperei minha mulher. Por volta de 30 min depois ela chega, estava com uma roupa simples, calça jeans, camisa gola polo, e sandália preta, com seu óculos escuro que a deixava sexy. Eu estava sentada no sofá, quando ela me olha sorri, deuses, como eu amo esse sorriso.

Narrador

Alessandra entra em “sua” casa e encontra a mesma com meia luz, ela por um momento estranha, mas também lembra-se da data de hoje, ela nunca a esqueceria. Em suas mãos ela trazia um buquê de flores e uma caixa quadriculada, ela comprara um colar para sua namorada, nesse havia um pingente com as letras A&C, poderia ser presunçoso da sua parte, mas sabia que Camila iria adorar o presente.

Quando Ale ver sua amada lhe esperando, usando um vestido vermelho, que marcava suas curvas perfeitamente, ficou maravilhada, o mesmo tinha uma abertura na perna direta, com um decote V, que estava fazendo a morena salivar de desejo, e seus cachos soltos, ela nunca se cansaria de admirar sua mulher, e nem de sentir tesão pela mesma. Aos poucos Ale foi se aproximando de Camila, que já se encontrava de pé, a encarando.

– Hey, você está linda. – Ale diz, dando um selinho em Camila.

– Obrigada.

– Não fique envergonhada amor, não acredito que depois de tanto tempo ainda fica vermelha com os meus elogios.

– Desculpe.

– Também não peça desculpa. Olha, são para você. – Ela diz entregando as flores.

– Own, obrigada amor, são lindas. – Camila diz dando um beijo em Ale. – Vou colocá-las em um vaso.

Quando se encaminha para a cozinha, a menor pega um vaso e coloca sobre o balcão para depositar as flores, segundos depois é surpreendida por um braço ao redor de sua cintura, ela se encolhe com o toque, mas é uma maneira de se deixar dominar por Ale, ela gostava de se sentir no controle, mas hoje as coisas seriam diferentes. Ela é tirada dos pensamentos quando ver uma caixa preta sendo posta à sua frente, ela observa com atenção, até que escuta um sussurro em seu ouvido.

– Feliz um ano de namoro meu amor.

Camila vira-se para Ale, que entrega-lhe a caixa, quando a abre encontra o lindo colar, de ouro, fino, e o pingente que o deixou mais perfeito.

– Oh meu Deus, ele é lindo Ale.

– Você gostou mesmo? Se não quiser usar, não tem problemas.

– Amor, ele é perfeito, e porque não usaria?

– Pelo pingente.

– E o que tem o pingente? Ele só mostra para o mundo o que eu já sei, eu sou sua, completamente sua.

Ale sorri com as palavras da namorada, então a abraça e a beija, um beijo que estava calma, mas logo se transforma, as coisas entre elas, esquentavam muito rápido.

– Amor…

– Hum… – Ale responde.

– Vamos parar, assim não conseguirei me controlar, e tenho planos para hoje.

Ale para de beijar o pescoço de Camila, e a encara.

– O que está aprontando Camila?

– Nesse momento, vamos jantar. Marta preparou um camarão delicioso para nós, vá tomar um banho, se arrume e fique bem cheirosa para mim, enquanto isso terminarei aqui.

– Ok senhorita, mas antes deixa eu colocar isso em você. – Ale pega o colar da caixa e coloca em Camila. – Linda, volto já. – A morena dá um selinho em Camila e sai em direção ao quarto.

Cerca de 30 min depois ela volta trajando uma calça jeans, uma blusa vermelha, sapatilhas pretas, e cabelos soltos, essas roupas de adolescente sempre deixavam Camila boba pela maior.

– Você está fofa amor. – Camila diz.

– Não me chame de fofa, quando eu fico imaginando em como te foder durante a noite toda.

Camila sorri para Alessandra, e dar-lhe as costas, não sabe a maior que essa noite a de cabelos cacheados pretende mudar as coisas um pouco.

– Ok senhorita tarada, vamos comer.

Ale sorri, mas concorda, após servir as duas, Camila senta-se e começa a degustar o camarão que realmente estava delicioso, o vinho complementava as coisas, estava tudo maravilhoso.

Após o jantar, elas agora se encontravam se agarrando pela casa, não deu muito tempo para pensaram, Ale tratou de rasgar o vestido de Camila, pelo caminho, a menor não se importou, afinal era só um vestido de 3 mil reais. Enquanto isso, Camila puxava a camisa de Ale para tirá-la, desabotoava suas calças, e retiravam as peças, no final, quando chegaram finalmente ao quarto já estavam completamente nuas. Camila estava em cima de Ale, que estava deitada na cama, e penetrava-lhe com dois de seus dedos.

– Isso amor, rebola, assim….

– Mais rápido, mais rápido…

Camila quicava nos dedos de Alessandra, o seu orgasmo estava perto, bem perto, e a maior sabia disso.

– Você continua tão apertada Camila, olha como pressiona meus dedos, pelos deuses…. Goza para mim, goza…

Com isso e um gemido alto de Camila, as duas gozaram, em uma sincronia perfeita, o que sempre alegra Camila, saber que faz sua mulher gozar apenas por seu orgasmo. A menor se deixa cair sobre o corpo da morena, que também está com a respiração acelerada. Depois de minutos na posição, Camila eleva seu corpo novamente e encara Ale.

– Amor…

– Hum.

– Eu quero algo.

– Peça pequena.

Camila se deita novamente em Ale, beijando-a com tanta vontade que logo reascende o desejo das duas, assim que separa suas bocas, vai em direção ao ouvido da maior e sussurra.

– Eu quero te foder.

Ale se surpreende pelas palavras de Camila, mas ao mesmo tempo, se excita, ela já havia imaginado sua namorada fazendo, mas como Camila nunca pediu, preferiu não falar nada.

– Tem certeza?

– Absoluta.

– Então sou toda sua minha pequena.

Camila sorri com as palavras de Ale, e a beija, começa a rebolar novamente no corpo da maior, causando um atrito excitante entre ambas. Ale logo leva sua mão a bunda de Camila, forçando seus movimentos que eram cada vez mais rápidos. Minutos depois, estavam gozando novamente, gemendo loucamente.

– Você quer me matar hoje? – Pergunta Ale quase sem voz.

– Sim, mas de uma forma bem gostosa.

Camila fala e levanta-se, vai em direção ao closet, Ale sabe exatamente o que ela irá fazer. A menor pega a chave na gaveta e caminha para o local dos “brinquedinhos”. Ela pega uma venda e uma cinta, a mesma que Ale usou nela na primeira vez. Quando volta, Ale observa Camila já vestida com o objeto.

– Uau, não achei que essa visão poderia ser tão sexy.

– Idiota. – Camila sorri tímida e se encaminha para a cama novamente.

– Você irá me amarrar? – Alessandra não gostou da ideia.

– Não, mas irei te vendar.

– Porque? Eu quero ver você me comendo.

– Céus Ale, não fale isso antes de eu estar te fodendo, isso é…

– Excitante.

– Sim, e por isso não pode.

– Ok, como eu disse sou toda sua, pode fazer o que quiser comigo.

Camila sorri e beija Ale, fazendo o pênis encostar na perna da maior, que geme com o contato. Depois do beijo quente, Camila coloca o pedaço de pano nos olhos de sua namorada e a ajuda a posicionar-se na cama, depois disso ela desce novamente da cama, o que deixa a maior preocupada.

– O que está fazendo?

– Calma apressada, se soubesse que queria tanto isso, já teria feito.

– Engraçadinha.

Camila pega a caixinha vermelha e coloca em cima da cama em um local que ela possa pegar e que Ale não encoste. Quando se encontra novamente na cama, ela encara a visão de sua mulher completamente nua para si, o que a deixa louca de tesão.

– Você gosta do que ver?

– Como sabe o que vejo?

– Eu sei quando estou sendo admirada Camila, principalmente por você.

– Você é uma convencida desgraçada.

– Amor não me xingue, está me deixando mais excitada.

Camila sorri, começa a passar a mão pela barriga da morena, pelos seios, até chegar em sua boca, e com isso faz o equipamento tocar a intimidade da outra, o que a faz gemer. Camila toma os lábios de Ale, em um beijo molhado e excitante, a maior logo leva sua mão direita a nuca de Camila, aprofundando mais o beijo, as línguas de ambas estavam saltitantes, e a cada movimento, a excitação das mulheres aumentava.

– Amor, você tem que me foder agora, eu quero você.

– Eu vou querida, eu vou. Fique de quatro para mim.

– Oh meus Deus, você vai me foder logo assim?

– Sim, eu imaginei assim, eu fico louca quando transamos assim, e quero saber o que você sente.

– Ok, seu pedido é uma ordem. – Ale sorri e logo trata de obedecer sua namorada.

A visão que Camila tinha agora ela privilegiada, ter sua namorada totalmente entregue e naquela posição a deixava fora de controle. Estava em transe.

– Você vai ficar só olhando?

– Com certeza não.

Camila passa sua mão direita na intimidade de Ale, tirando um pouco de lubrificação e logo trata de passar no objeto, com cuidado posiciona-se na entrada da maior, o que a faz gemer, Camila vai empurrando lentamente, até se ver totalmente dentro.

– Você não precisa se controlar amor, sei que quer fazer isso forte, então faça. – Ale fala, o que deixa Camila muito feliz, porque era isso mesmo que ela queria.

– Ok.

Os movimentos de vai e vem começam, Camila segura a cintura de sua namorada com a mão esquerda e com a direita empurra o corpo da maior para baixo, deixando a bunda mais empinada. Os movimentos ficam cada vez mais fortes, mais fundo e mais rápidos. Aquilo era maravilhoso, agora Camila entendia porque sempre Ale gozava a fodendo, aquele objeto também lhe dava prazer, e era terrivelmente gostoso saber que estava “comendo” a mulher a sua frente.

– Oh… isso amor, mais rápido.

– Isso é tão bom, essa visão, oh céus, você tem uma bunda linda.

– Continua… isso, bem aí.

Camila encontrou o ponto de prazer de Ale, então tratou de estocar cada vez mais no local, a maior gemia cada vez mais alto, e aquilo era a perdição para Camila, se continuasse assim, ela iria gozar, antes mesmo de Ale, mas foi cortada dos pensamentos pela fala da maior.

– Eu vou gozar Camila, mais forte, eu vou gozar…

Camila não queria que ela gozasse assim, então foi parando seus movimentos até estar fora de sua namorada.

– Você é má amor, muito má, isso não se faz. – Camila sorri com isso.

– Calma, fique de frente.

Ale obedece, logo Camila se posiciona entre suas pernas novamente, mas sem penetrá-la. A menor posiciona sua boca no mamilo direto de Alessandra, a fazendo elevar o corpo, ela estava puro tesão, e aquilo era fodidamente gostoso. As mãos da maior logo se encontravam no cabelo de Camila, puxando cada vez mais forte. Camila sorri com o desespero de Alessandra.

– Você quer gozar amor?

– Sim, quero muito.

– Então você gozará.

E sem aviso, Camila penetra Ale em um movimento forte e fundo, deixando-se dentro dela por alguns segundo. A expressão da de baixo foi de puro prazer, o desenho de um “0” em sua boca deixava claro que aquilo foi bom. Camila começa e se movimentar em Ale, cada vez mais rápido, a deixando próxima do ápice.

A menor pega as pernas da morena e coloca nos ombros a deixando mais exposta para si, as estocadas iam cada vez mais rápidas, Camila também estava perto do seu limite, o que era gostoso, imaginar gozar fodendo sua mulher, era perfeito.

Minutos depois de estocadas fortes, Alessandra dar sinais de que estava perto, seus gemidos se intensificam, sua respiração acelera, e seu sexo contrai. Camila percebe tal, abaixa as pernas da morena e coloca suas mãos nos joelhos da maior.

– Camila, não pare por favor, está vindo, isso, oh…

– Não vou amor, goze para mim, isso, é tão bom te foder, eu também vou gozar Ale, ah…. Eu vou, vou, ah.

E esse foi o estopim para Alessandra, que se deixou derramar, seu corpo se contorcia de prazer, seu coração acelerou, sua respiração descontrolou, e seu sexo apertada o objeto cada vez mais forte. Camila não estava deferente da maior, a sensação era ótima, foder alguém era ótimo e esse alguém sendo a morena, era maravilhoso.

Alguns minutos de passaram, mas Camila não saiu de dentro da outra, então lembrou-se de algo. Bem devagar ela pega a caixinha vermelha e coloca na barriga de Ale, que se encontrava calada, ainda tentando reencontrar o equilíbrio de seu corpo e mente.

– Tire a venda Ale.

Camila fala e sua namorada obedece, mas ela não estava preparada para isso. A sua frente, em sua barriga, encontrava-se uma caixinha aberta, com dois anéis, ela intercalou seu olhar entre a mulher e a caixinha, sua expressão era de surpresa. Seu coração gelou… era isso mesmo?

– Camila, o que é isso?

– Eu sei que deveria estar de joelhos agora, mas sinceramente não pretendo sair da posição que estou. Então será comigo te fodendo mesmo, nossa isso não soou romântico, isso foi estranho, eu deveria ter pensando em outra forma de fazer isso…

– Amor, você está divagando.

– Desculpe, só estou nervosa. Enfim. Você é a pessoa que mais amo na vida Alessandra, a que me trouxe vida, que me faz sorri, que me faz sentir melhor, que me deixa perdidamente apaixonada por cada detalhe seu, eu te amo, não tenho dúvidas disso, e menos ainda de que quero passar o resto dos dias da minha vida com você, então… Alessandra Ferraz, você aceita se casar comigo?

Camila disse demonstrando o nervosismo, suas mãos estavam em cima da barriga de Ale, ela em momento algum saiu de dentro da maior, aquilo poderia soar estranho, mas nada mais apropriado, afinal elas se conheceram por conta do desejo sexual, então porque seria estranho um pedido de casamento durante o sexo?

Alessandra encontrava-se paralisada, no fim ela consegui o que queria, mas para ela aquele pedido ia bem mais além. Há tempos ela não considerava mais aquele relacionamento como um golpe, há tempos se via vivendo feliz com sua amada e futura esposa, ela já não conseguia viver sem Camila, e com certeza a resposta para aquela pergunta era um “SIM”.

– SIM Camila, eu serei a mulher mais feliz do mundo em compartilhar a minha vida com você, pelos restos dos meus dias, eu te amo pequena.

Então Camila sorri. Pega a caixinha, tira o anel e a joga para o lado. Ela pega a mão de Ale, que está com a aliança de namoro, a retira e coloca a nova, depois dá um beijo na mão da maior. Alessandra faz o mesmo processo com a milionária. Camila se curva para beijar sua noiva.

– Eu te amo.

– Eu também te amo pequena, muito.

Então elas se beijam, e se beijam, e se beijam até que as coisas esquentem novamente, em um movimento rápido, Ale troca de posição, agora estando em cima de sua noiva, que ainda continua dentro dela. Ale desce seus beijos para o pescoço da menor, ao mesmo tempo começa a se movimentar sobre ela. Minutos depois ela eleva seu corpo e começa a “cavalgar” em Camila, essa que leva suas duas mãos para a bunda de Ale, que geme a cada movimento.

As duas estavam entregues, e dessa vez, seriam ligadas de uma forma que muitos duvidavam existir. Naquela noite, elas se entregaram aos inúmeros orgasmos, Alessandra estava feliz, e Camila satisfeita. Elas seriam a mulheres mais felizes do mundo, mas nem tudo era perfeito.

Uma semana depois, várias sites, jornais e revistas já sabiam do noivado, desejavam felicidades ao casal, e pediam entrevistas, mas as duas recusavam.

No antigo apartamento de Ale, Caio lia a revista com muita atenção, sentado em uma poltrona e com a lata de cerveja na mão, estava orgulhoso de sua filha, mas ao mesmo tempo preocupado, ele sabia que ela estava apaixonada, e que poderia pôr tudo a perder, mas iria esperar até depois do casamento para agir.

– Ah querida filha, você não vai estragar minha vida com essa paixãozinha, você será rica, e me deixará rico também. – Ele fala sozinho com um sorriso no rosto.

Muito distante dalí, uma certa mulher de 22 anos, estava lendo uma revista, pasma com o que via, não poderia acreditar que isso ainda estava acontecendo. A jovem advogada recém-formada, queria esquecer o seu passado, mas ele bateu à sua porta novamente, mas dessa vez iria fazer justiça, aquela mulher não poderia fazer isso de novo com uma inocente. Dessa vez ela jogou para ganhar, não sabia como ela conseguira se aproximar da solteira mais rica do Brasil, mas com certeza saberia como ela iria se afastar.

– Senhorita Braga, algum problema? – Pergunta a outra mulher lhe servindo um café.

– Emily, já disse que não precisa me chamar assim. O que acha de voltar para o Brasil? – Pergunta a jovem deixando a revista em cima da mesa.

– Como?

– Arrume suas malas, viajaremos em dois dias. – Ela diz e sai, deixando a outra confusa.

Emily era uma jovem de 25 anos, que era filha da empregada dos pais da advogada, quando essa viajou para os EUA, Emily fez questão de acompanhá-la, vendo o estado que se encontrava, a empregada era também amiga e confidente e sabia de todo o passado da outra, mas no fundo, a verdade era que a mais velha era perdidamente apaixonada pela patroa. A jovem pega a revista e a olha, lá tinha uma notícia de um certo noivado entre duas mulheres no Brasil, a empregada fica triste ao ver isso, no fundo só havia uma dolorosa explicação para o retorno repentino.

– Ela ainda a ama. – Fala e uma lágrima escorre pelos seus olhos.

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Raquel Amorim
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