Freya: A Reconstrução
Texto: Carolina Bivard
Revisão: Naty Souza e Nefer
Ilustrações: Táttah Nascimento
Capítulo 29 – Ataque
Bridget fitou Saga por segundos e depois voltou para Decrux. Queria o parecer da IA, já que conhecia mais sobre programação de sistemas de segurança do que qualquer outra pessoa.
— É possível fazer sim.
Decrux se aproximou da detenta.
— Vá até o painel e comece a programar. Eu acompanho você.
— Desconfia de mim, subcomandante? Ou deveria lhe chamar de IA?
— Qualquer pessoa de bom senso desconfiaria de você. Isso não é mérito meu. Quanto a me chamar de subcomandante ou IA, tanto faz. Sou os dois. – Decrux parou por instantes. – Vá logo. As naves golpistas estão começando a se movimentar. Kevin já descobriu que não consegue abrir canais de comunicação para o planeta.
Saga não rebateu e agiu rápido. Ela parecia realmente imbuída em deter Kevin. E este era um fato verdadeiro. A rebelde fora treinada à exaustão por seu pai a matar os que se interpusessem em seu caminho, mas com um único propósito: A retomada do governo de Freya à política dos antigos clãs. A destruição de Freya e extinção da espécie nunca fora o seu propósito e nunca seria.
Quando se aproximou do console, tinha um sentimento de urgência e agradeceu mentalmente que o sistema da nave estivesse todo aberto e já conectado à estrutura da segurança do governo. Começou a fazer os caminhos de entrada até a base da programação e, à medida que reconfigurava, via que novas linhas de programação eram refeitas ou simplesmente reforçadas. De repente se deu conta que não conseguia mais acompanhar a reprogramação e parou de digitar.
— Se não precisava de mim, por que me requisitaram?
Saga perguntou diretamente para Decrux, aborrecida. Sentia como se estivesse sendo usada, unicamente para mostrar à ela, o quanto era dispensável.
— Está enganada, querida. – Decrux lhe respondeu debochada. – Precisava que me mostrasse o caminho. Que abrisse a linha de programação que conhecia para que não perdêssemos tempo. A partir do que inseriu, pude extrapolar a sua programação. Isto, entre outras coisas, é para o que serve uma IA.
— Tudo bem. Merecia isso.
Saga se afastou e quando menos esperava, reparou que a imagem da capital apareceu na tela central. Decrux havia colocado a imagem em tempo real ilustrando-a graficamente para que a tripulação visse o resultado da reprogramação.
O domo se expandia à larga escala, abarcando toda a cidade numa velocidade impressionante. A rebelde voltou seu olhar para o console e via linhas e mais linhas de programação serem compiladas numa rapidez extraordinária. Estava maravilhada. Em segundos, num ritmo frenético, o domo de proteção tomou não só a capital sob seu manto de segurança, bem como terras periféricas de fazendas mais próximas.
De repente, ele parou de expandir. Algumas fazendas ficaram de fora, todavia eram muito poucas.
— Não posso ir além disso, senão o domo perderia integridade. Reforcei-o mais que pude, mas ele nunca foi feito para receber cargas altas de detonação. Segurará somente alguns minutos de bombardeio, caso Kevin resolva disparar contra a cidade.
— Tudo certo, Decrux. Alguns minutos é o que precisamos para conter Kevin. – Bridget agradeceu. – Agora temos que mantê-lo na “lábia”. – Preparada para negociar, Olaf?
— Sempre.
— Ótimo, porque irei provocá-lo. – Ela se voltou para sua engenheira de comunicações. – Chame-o, Caeté.
Helga não contestou. Havia aprendido que a comandante, em relação a táticas militares, era a especialista.
— Eles estão ignorando nosso chamado, Brid.
— Ótimo!… Mas continue insistindo. Não quero dar-lhe sossego, assim ele não conseguirá ter calma para pensar direito.
— As naves estão se reposicionando mais uma vez, Brid.
Decrux relatou, colocando a tela central dividida entre a imagem da cidade de Akas e o espaço onde as naves de Kevin estavam.
— Eles vão atirar em Akas, como uma salva de aviso. – Virou-se para Caeté. – Invada as comunicações deles. Consegue fazer isso?
— Fácil. É só pegar o…
Decrux reagiu imediatamente, fazendo a reprogramação do bloqueio de comunicações. Caeté a mirou, fuzilando.
— Metida. – Voltou-se para Bridget. – A hora que quiser, Brid.
— Esteja a postos. Quero que ele faça a primeira salva de carga no domo da cidade. Aí, interrompemos.
Uns poucos minutos se passaram e a tensão da tripulação começou a aumentar.
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Edith optou por fazer os dois primeiros saltos com a dobra ponto-a-ponto. Se algo desse errado, por ela ter passado pela experiência de quase morte, pelas três dobras consecutivas anteriores, queria que a IA atuasse para trazê-la de volta, outra vez, para que ela chegasse a tempo no QG de Ugor.
Após a segunda dobra ponto-a-ponto, sentia-se ligeiramente tonta, mas bem. Pediu que a IA traçasse o curso de retorno e dormiria no restante do trajeto para tentar se recuperar.
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— Aí está. – Bridget balbuciou, vendo o ataque. – Invada agora a comunicação da nave “Hide” e me coloque numa transmissão holográfica no meio da ponte deles.
— Feito!
A imagem da comandante apareceu na ponte, bem na frente da tela principal; ela, em sua nave, tinha a visão de toda a ponte de seus inimigos.
— Não se cansou, Ministro? Como já viu, bloqueamos as suas comunicações e a minha parceira Decrux criou um domo de proteção em Freya. Não pode matar todo mundo, como desejava. – Bridget bateu com a mão na testa. – Ah, que ingrata e distraída eu sou.
Apontou para Saga, e a imagem de Saga apareceu ao seu lado. Ela elevou as mãos, que estavam presas em algemas.
— Saga também contribuiu, já que você a traiu pela segunda vez.
A comandante fez um gesto de desconsolo com a cabeça e um som de reprimenda com a boca.
— Tsc, tsc, tsc. Três anos atuando como Ministro de Relações Exteriores e parece que não aprendeu nada sobre fazer amizades. Sabe que nesse cargo que ocupa, não deve descumprir sua palavra, não é?
A raiva estampava o rosto do Ministro. Suas feições se tornaram duras e a coloração da pele estava avermelhada.
— Continuem a atirar! Vamos derrubar esse domo! –
Kevin ordenou.
— Está agindo desesperadamente, Ministro. Em breve, as naves do hangar espacial chegarão e sabe disso. Certamente não conseguiu contato com seus seguidores pelas bandas de lá. E com esse domo, nossas naves de terra poderão alçar voo. Estará em desvantagem.
Bridget jogou com a informação. Ela não sabia se as naves conseguiriam alçar voo, sem que a frota golpista os pegasse.
O ministro forçou a calma. Mandou que parassem o ataque.
— Fale o que quer, comandante?
— Ele quer ganhar tempo para verificar a veracidade do que disse.
Saga sussurrou, mesmo sabendo que o áudio da conversa estava restrito a Bridget. Caeté já havia retirado a imagem dela da ponte inimiga e somente Bridget permanecia.
— Eu o conheço. Ele não é facilmente influenciável como os outros.
Bridget estreitou os olhos. Ela concordava com a rebelde.
— Você sabe o que queremos, não é nenhum idiota. E eu sei o que quero nesse exato momento. – Bridget encerrou a comunicação. – Oton, atire nos comandos de armas da nave Hide. Decrux, nos desloque para trás da armada deles, para que eles não triangulem nosso sinal.
Oton executou o comando assim como Decrux.
— Por que não o incapacitar por completo, Bridget? Eles ainda estão sem escudos.
— Porque, apesar de incompetente, há comandantes de frota junto com ele. Reconheci pelo menos dois, ladeando-o. Não quero que façam o que a minúscula frota de Barnors fez, protegendo-o como um casulo. Dessa vez, são centenas de naves e ele sabe que ainda estamos sozinhos, mesmo que não nos veja.
— Não é uma tática freyniana a defesa em casulo, Brid. Aliás, nunca tinha visto este tipo de defesa. Temos uma parecida que é esconder a nave principal, entre fileiras de naves.
Kara escutava o áudio da ponte, bem como os médicos. Decrux havia deixado os canais de comunicação internos abertos, para que todos soubessem o que se passava, principalmente para a Ministra.
— É… A frota de Freya não tem essa tática de defesa.
Algo havia incomodado a comandante. Analisou a formação de defesa das naves de guerra. Bridget estreitou o olhar. Algo vago em sua lembrança a atiçava.
— Droga! Droga! Oton, destrua agora o motor de dobra da nave Hide e de quantas outras naves puder! Decrux, tente nos manter em movimento após cada salva de tiro.
— Certo! Nave em modo “pisca-pisca”.
Decrux fez alusão ao fato de Oton só conseguir realizar os bombardeios, enquanto estivessem sem a camuflagem. Ela teria que sincronizar entre os ataques de Oton e as suas retiradas. E assim começaram. Não sabiam por que Bridget decidiu o contrário do que havia dito anteriormente, mas pela reação e urgência da comandante, não discutiriam.
Assim que iniciaram os ataques, imediatamente as naves se posicionaram na formação de casulo, como os Barnors haviam feito, protegendo a nave principal.
— Aí está… Parem o ataque. Vamos ficar camuflados. Tenham certeza de que agora levantaram escudos de diamante.
— Como conseguiram contatar os Barnors?
A voz de Kara soou no comunicador, fazendo a mesma pergunta que todo o resto da tripulação.
— São eles que estão no comando das naves que Kevin raptou. Por isso os escudos não estavam levantados. Certamente não sabem ainda lidar com a nossa tecnologia e estão precisando de orientações do corpo da frota golpista.
— Quando vocês estavam no sistema de Barnors, eu ainda conseguia rastrear vocês. Passei a informação para Kevin. – Saga esclareceu. – Ele nunca me disse que negociou com eles, ou mesmo entrou em contato.
— Kevin nunca confiou plenamente em qualquer plano seu, Saga. – Helga falou. – Ele sempre foi um excelente articulador. Quando o parlamento o colocou no cargo de Ministro de Relações Exteriores para me auxiliar, imaginei ser a melhor escolha para o cargo, exatamente por essa característica.
— Então ele enganou a todos, pelo visto…
— Por que as nossas naves estão demorando tanto?
Bridget resmungou, ignorando a conversa paralela e Caeté mais que depressa, contatou com o hangar espacial.
— O comando do hangar não está respondendo, Brid.
— Continue tentando, Caeté, e entre em contato também com Ugor. Estão demorando demais para um planeta que tem uma excelência militar. – Bridget chamou a IA – Decrux, nos leve para o hangar de Freya. Vamos escoltar algumas naves de guerra para fora do domo!
— Isso é perigoso, Brid. – Kara intercedeu. – Eles poderão abrir fogo quando as naves saírem do domo.
— Elas estarão com escudos de diamante levantados e dará tempo para se deslocarem.
— Sabe que todas as nossas naves têm “torpedos fásicos sequentes” para derrubar escudos de diamante, não sabe?
— Sei sim, Kara. E, também sei de algumas outras coisas… Uma delas é que precisamos de naves no espaço, agora mesmo. Só nós, não conseguiremos segurá-los e provavelmente se começarem a disparar aleatoriamente, como fizeram no sistema Barnors, irão derrubar nosso escudo e nos incapacitarão.
— Brid está certa, Kara. As naves de Freya tem armamentos muito melhores e de maior alcance. Em que distância teríamos que estar para que não nos atingissem? Não dará certo a tática de nos distanciarmos, como fizemos no sistema de Barnors.
Enquanto discutia com Kara, Decrux agia, levando a nave para dentro do domo da cidade de Akas.
— Brid, consegui contato com o hangar espacial. Alguns golpistas conseguiram escapar de serem aprisionados e soltaram outros golpistas que haviam sido presos. Os “nossos” tiveram que se reagrupar para caçá-los, antes que eles fugissem da estação. Por isso a demora.
— E como estão?
— Preparando as naves, Brid. Estimam que chegarão em vinte minutos.
— E os ugorianos?
— Também informaram que estarão aqui em meia-hora espacial. – Caeté informou à comandante.
— Estamos dentro do domo, Brid.
— Ótimo. Caeté, abra um canal com Vertana.
Não demorou mais que quinze minutos para que Vertana coordenasse um grupo de cento e vinte naves de guerra de médio porte para ascender ao espaço. Ela liderava a principal nave e a maior também. Kara discordava veementemente da tática sugerida por Vertana. Ela iria utilizar naves que ainda estavam em desenvolvimento num projeto secreto, onde nem mesmo ministros de outras pastas tinham conhecimento.
— Vertana, não fizemos os testes finais das IAs e da dobra ponto-a-ponto. Não sabemos se a tecnologia irá funcionar nas nossas naves.
— Eu tenho plena consciência, Ministra Lucrétia, porém concordo com sua noiva. É a nossa chance de pegá-los desprevenidos. Quem trabalhava nessa tecnologia era gente minha e faltava apenas o teste final. Não há hora melhor que agora para testar, Ministra.
— O primeiro teste seria somente com as IAs, sem tripulação, Vertana. Mesmo que a tecnologia tenha sido passada por Ugor, tínhamos que adaptar à nossa. Decrux é uma nave ugoriana. Não podemos nos pautar na funcionalidade dela.
— Sei disso. Saltarei primeiro e, se tudo funcionar, em dez segundos as outras naves acompanharão. Será nossa única vantagem, até os nossos aliados chegarem. Se não der certo, pelo menos nossos inimigos se confundirão com uma nave explodindo na frente deles. – Vertana riu. – Nos veremos todos no espaço. Vamos acabar com essa corja nojenta. Desligo.
— Merda!
— Vertana que deu a ideia, Kara. Não vai me culpar depois, se ela explodir.
Bridget se defendeu, sabendo que Kara partiria para cima dela, caso a ação desse errado.
— Se esse salto der certo, Brid, eles só terão mais uma oportunidade. E não tire o corpo fora, porque você a instigou. Você sabia desse projeto que estávamos fazendo.
— Eu?! Você nunca me contou nada sobre estarem desenvolvendo naves orgânicas.
— Vocês duas são terríveis. Alguma vez pensaram que existe um motivo para o conceito de projeto secreto?
Helga ralhou com Bridget e Decrux. Tinha certeza de que as duas investigaram o projeto, visto que nem ela e muito menos Kara haviam contado sobre ele.
— Agora me impressionei. – Saga opinou.
— Por você não saber que tínhamos esse projeto das naves orgânicas ou pelas duas terem descoberto?
— Também isso… Meu eto foi por você e Kara não terem contado sobre ele para as suas esposas.
Saga gargalhou.
— Acabou o falatório. – Bridget ordenou. – Vertana irá se posicionar. – Decrux, acione a camuflagem e nos leve para o espaço. Ficaremos na linha de frente do planeta, esperando por ela e pela frota. Oton, – ela chamou o subcomandante – prepare-se, pois se der certo a dobra ponto-a-ponto das naves protótipo, faremos uma salva de torpedos fásicos sequentes para enfraquecer os escudos de algumas naves deles.
— Eles retaliarão, Brid.
— Vertana fará manobras evasivas com as naves da frota e nós também, Oton.
Chegaram ao espaço e a frota golpista mantinha posição.
— Brid, eles estão recarregando as armas. Quase exauriram os armamentos, quando disparamos neles.
— Por isso pararam de atirar e não fizeram mais nenhuma investida contra o domo. Continue monitorando, Decrux. Quando Vertana chegar, terão uma surpresa.
— Não esqueça que ela pode explodir, comandante…
— Saga, cale a boca!
Bridget retrucou, irritada. Quase esquecera que a rebelde estava na ponte.
— Se não tem mais nada a acrescentar, acho que Helga deve levá-la para a sua cela.
— Quem disse que não tenho? Não sei o que está acontecendo com Ugor, mas uma coisa eu sei: Kevin, há uma semana, me pediu para invadir o sistema de defesa de Ugor. Eu consegui e dei o código para ele.
O rosto do Bridget parecia ter sido invadido por todo o sangue de seu corpo, tamanha a vermelhidão que o tomou. Ela se levantou e partiu para cima da rebelde. Oton se adiantou para segurá-la para que não começasse uma guerra paralela na ponte.
— Ela era aliada deles, Bridget! O que esperava? Também tenho ganas de matá-la, mas isso não resolverá nosso problema.
— Quem disse que quero matá-la. Morrer é muito fácil. Quero dar muita porrada nessa cara cínica!
Oton continuava segurando Bridget, para que ela se acalmasse.
— Você está perdendo o foco, minha querida. – Saga sorriu de lado. – Oton está certo. Não devia nada a vocês, muito pelo contrário. Agora tem uma informação que pode, suponho, ser o atraso da armada salvadora. Poderá articular também, uma estratégia sem eles. – Saga fez uma pausa dramática. – E, é exatamente por isso que estou aqui, para dar todas as informações que tenho e você usar contra eles.
Bridget arfava. Realmente, não podia esperar daquela mulher menos do que aquele tipo de atitude, o que não aplacou a sua sede de ecá-la. A custo engoliu a sua ira e forçou retornar ao seu eixo. Livrou-se do agarro do amigo e voltou para a poltrona de comando.
— Diga o que sabe sobre isso.
— Somente o que disse. Kevin, um tempo atrás, me pediu para descobrir o código de defesa de Ugor. Falou que não confiava que eles atendessem o apelo que fez para um acordo.
— Se estão com problemas, por que não nos falaram?
— Ugor é um planeta orgulhoso de sua tecnologia e de sua organização estrutural, Brid. Estão tentando resolver o problema que Kevin causou, antes de nos alertarem. Seria pedir demais que nos dissessem que o sistema de defesa deles foi invadido. – Helga afirmou. – É como se expusessem as suas falhas e mesmo que sejamos seus aliados, não querem se mostrar frágeis.
— Vertana fará o salto agora e temos que fazer sua cobertura. Sessenta por cento das naves golpistas já estão operando com a capacidade máxima das armas. – Decrux comunicou.
— Estão todos à postos?
— Sim, comandante.
O coro se formou para respondê-la.
— Caeté, envie o esquema de defesa dos golpistas para a frota do hangar espacial de Freya e para Ugor e nossa tática também. Quando chegarem, terão que saber como estamos enfrentando os inimigos.
— Enviando agora, comandante.
— Preparar para o salto.
A voz de Vertana preencheu a ponte através do áudio de comunicação.
— Acionar!


Chefinha queridaaa
Aproveitando que aqui em Matoville deu céu claro e pouco vento pra dizer Oi!
Má rapá! Cadê a Brid que não senta a porrada nessa Saga, vei?!
Num tem essa de segurar não, quando der um intervalo na batalha aê, senta-lhe a peste no coco e resolve. Oxe, oxe, Oxe, Oxe!!!
Isinha!!! Que legal que veio por aqui!
E como está a vida aí em Matoville? Pelo visto tá direto aí agora.
Gente, vocês gostam de sangue de verdade! kkkkkk Todo mundo querendo sentar o cacete na Saga! kkkk
Pôdexá que o sangue da peste vai vir!
Saudades de tu, fia!
Um beijão pra tu e se cuide!
Meu Deus! Você não poderia continuar só mais um pouquinho? Escritora má!
Oi, Ione!
Se eu continuasse, a hora que parasse, você me amaldiçoaria mais. rsrs Agora a agitação não para! kkkkk
Valeu, Ione! Obrigada pelo carinho de sempre!
Um beijão pra você e se cuide!
Olá! Tudo bem?
”Make love, not war”, mas nesse caso, não. Vamos à pancadaria por que muita ”gente” está precisando apanhar. E muito. Gostei do capítulo, mas, logo no final ”to be continued…?”. Ah…
É isso!
Post Scriptum:
”Em tempo de paz convém ao homem serenidade e humildade; mas quando estoura a guerra deve agir como um tigre!”
William Shakespeare,
Poeta, Dramaturgo e Ator Inglês.
Oi Kasvattaja Forty Nine!
Olha, guerra real também não gosto, mas em histórias, é agitador e tá valendo! rsrs E William Shakespeare estava correto. rs Se não dá para evitar, melhor é entrar com tudo e vencer!
Valeu, Kasvattaja Forty Nine! Brigadão pelo carinho!
Um beijão pra você!
AS PECAS ESTAO SE MOVVENDO E AS VERDADES APARECENCO. MUITA ACAO AINDA PARA ACONTECER
Oi Carla!
Posso te chamar de Carlota? É que gosto desse apelido. rs
Você está certa! Muita coisa pra acontecer e vai ficar mais agitado hoje.
Vamos ver o que irá acontecer!
Um beijão!
Terminar no melhor é brincadeira de mau gosto kkkk, agora temos que ficar roendo unha e ansiosas esperando a próxima semana, que angústia, isso não é de Deus. Kkkk
Obrigada por mais um capítulo fantástico, E VAMOS QUE A GUERRA COMEÇOU!!!
Oi, Blackrose!
Cara, não foi por maldade. Juro! rsrsrs É que agora a coisa não para mais e terá muitos trechos como esse! rs
Valeu, Blackrose! Brigadão pelo carinho!
Um beijão pra você e se cuida!
Eu tô feliz hj! E vcs???
Carolcita, vc é uma coisa que a ciência n sabe o quê é?!!! Pq terminou aí?!!!!! Oxente, que coisa,muier!!
Gosteiiii, mas Saga n levou porrada kkkk.Brid se retou!!!
Adorei q Kara deu logo uma reprimenda..essa Brid e Decrix, são incríveis…foram buscar informações e ainda deram o zignow explicando!!
Saga sarcástica e miseravona kkkkkk. Eu ri,viu?!!!
Kevin, bundão, logo receberá o seu..
Cadê o povo de Ugor?!!!! É brincadeira….
Carol, acho bom ter sangue.Brid descarregar a frustração de ter sido pega. Sinto q na primeira oportunidade Saga vai tomar doril!! Ou matará a Kevin?!!!
Porraderia, é bom, faz parte dessa estória!! Estratégia rolou…sinto q vc tá trolando c a gente!! Só digo!!
Obrigada a vc, Bi!! Sempre alegrando com suas boas estórias de energia tão boa e sua vibe tão linda!!
Beijoooos, beijos, beijusss. Cuidando-se sempre vcs duas!!!!
Oi, Lailicha!
Quer dizer que preciso ser estudada? Isso é bom ou ruim? rsrsrs
Brid e Decrux são parceironas. As outras vão querer esconder o que delas? kkkk
A Saga é que precisa ser estudada, porque a mulher é doida de pedra, isso sim.
Sabe, você tem uma percepção de algumas coisas nas entrelinhas… rsrs
Valeu, Lailicha! Espero que a vibe seja sempre boa. É assim que a gente faz a vida ser mais leve, né? rs
Se cuida também e um beijão!
Brigadão, Lailicha!
Ah, não… PQP…
Isso não vale, sacanagem pura.
Pô Carol, como tu faz isso com as tuas leitoras?
Vamos ter q esperar uma semana, tu não pensa isso
antes de acabar um cap. desta forma?
Assim, na boa, tá maravilhoso, mas ao mesmo tempo
tá angustiante.
Parabéns por me fazer sentir esses sentimentos tão
dispares.
Arrasando como sempre Carol.
Nádia
Oi, Nádia!
Quer dizer que tá bom, mas eu sou má? rs
Em minha defesa quero dizer que vem muito mais por aí e então, não adiantaria levar mais adiante. Ia dar no mesmo. rs A agonia continua hoje. rs
Brigadão, Nádia! Valeu pelo carinho!
Um beijão pra ti!