APENAS UMA HISTÓRIA

Capítulo XII — Antes do amanhecer

Xena procurou em seus pertences alguns panos para acomodar melhor Gabrielle. Sentou-se ao seu lado.

— Por que fez isso, meu amor? Só precisava apunhalá-lo pelas costas. Sei que talvez não desse tempo, mas o estrago em mim não seria tanto. Ele teria me apunhalado no meio de meu abdômen e a armadura seguraria, mas você se tornou vulnerável ao lançar-se na minha frente… — Xena balançava a cabeça em negativa, pensando no quanto tudo não passava de brincadeira entre os deuses.

Um clarão se formou no centro da caverna e Xena se pôs em guarda com a adaga de Hélios na mão.

— Calma, Xena! Sou eu, Afrodite.

— O que você quer? Não chega tudo que vocês já nos fizeram passar? — Xena falava com raiva.

— Não pense que eu estava de acordo com meu irmão. Sabe que ele se perde e muitas vezes não sei o que ele faz. 

Xena olhava para Afrodite e sabia que ela dizia a verdade, mas em seus olhos se via muito sofrimento.

— Posso ajudar, Xena. Posso transportá-la para a casa de vocês, assim ela ficará melhor acomodada. — Xena apenas assentiu sem nada dizer.

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Haviam se passado dois dias e Xena não saía do lado de Gabrielle, que ainda se encontrava inconsciente. Estava com grandes olheiras, não dormira todo esse tempo e não deixava que ninguém revezasse com ela.

Quando Afrodite as transportou, encontrou com Eve, Abdias, Virgil e Sarah. Soube que eles lutaram com os asseclas de Yodoshi e que foram superados. As meninas foram levadas e todos ficaram muito feridos, mas Lila acabou perecendo.

Sentiu a presença de Ares. Sem levantar a cabeça como em sinal de derrota, ela perguntou:

— O que você quer agora? Ver como ela se vai? Faço um juramento em prol de tudo que ela me ensinou. Se ela morrer, eu nunca mais levantarei uma espada ou qualquer arma.

Um clarão se formou no quarto e Afrodite se materializou. Os dois deuses se aproximaram da cama e colocaram suas mãos sobre o ferimento de Gabrielle. Uma luz intensa movia-se sobre o abdômen da Barda. Xena olhava incrédula. Quando a luz cessou, Ares falou:

— Vocês, mortais, são muito dramáticos. — Ele sumiu no ar da mesma forma que apareceu. Afrodite sorria para Xena.

— O que aconteceu? — Xena perguntou.

— Acontece, minha querida amiga, que como eu e Ares dividimos o trono, eu não poderia curá-la sozinha. Por isso, eu não te dei esperanças quando a trouxe. Tinha que convencê-lo a vir comigo para poder curá-la. Agora, minha guerreira favorita, você vai poder viver o seu amor!

— Ela vai ficar boa? — Xena deu um pulo da cadeira.

— Vai, sim, mas você terá que deixá-la acordar por si só. Parece que vocês ainda têm um assunto pendente… — Afrodite olhou para a adaga de Hélios que se encontrava em cima da mesa, próximo a Xena. A guerreira acompanhou  seu olhar e sorriu.

— É, parece que sim.

— Um conselho de amiga. Deite ao lado dela e durma. Quando ela acordar, você não estará mais com essas olheiras horrorosas. Uma mulher não gosta de pessoas mal cuidadas!

Pela primeira vez, depois do ocorrido com Gabrielle, Xena riu com gosto da observação da deusa do amor que, para ela, parecia fútil ante os acontecimentos.

— Pode deixar, Afrodite. Eu irei dormir para acordar bem para Gabrielle.

— Muito bem. É assim que eu gosto! Agora posso ir tranquila. — Afrodite estalou os dedos e sumiu.

Xena deitou ao lado de Gabrielle. Olhou-a e percebeu seu semblante sereno e a respiração mais compassada. Retirou as bandagens de seu abdômen e viu que não existia mais corte ou qualquer cicatriz. Resistiu ao forte impulso de abraçá-la e acordá-la. Recostou sua cabeça e adormeceu, depois de tantos dias insone.

“Havia uma névoa encobrindo a passagem. — Já estive aqui. — Pensou. 

— Xena. — Uma voz suave e muito amada a chamou.

— Gabrielle! — Olhou para trás e falou entusiasmada. Gabrielle caminhava graciosamente em sua direção e se postou ao seu lado, sorrindo.

— Parece que temos uma encomenda para entregar. — Gabrielle mostrou que em sua mão se encontrava a adaga de Hélios. Xena a abraçou sem rodeios e firmemente.

— Meu amor… Minha vida, você está bem! — Gabrielle sorria da forma efusiva que Xena se expressava. Raramente a via assim.

— Estou e espero ficar assim durante muito e muito tempo. — Retribuiu o abraço de Xena com igual fervor. Xena enrubesceu se desvencilhando da loirinha.

— Vamos, temos que entregar essa coisa antes que alguém tenha alguma ideia estúpida e queira vir atrás de nós para pegar isso. 

Gabrielle balançou a cabeça pensando que a guerreira nunca ia superar essa forma dura de ver perante os próprios sentimentos. Enfim, ela a amava dessa forma e talvez ela mesma não quisesse que a guerreira mudasse.

— Vamos. 

Subiram pela trilha já conhecida, ultrapassaram muros e chegaram ao salão, onde se encontrava a pira em que haviam pegado a adaga. Um vulto se fez presente e uma voz forte preencheu o ambiente.

— Lembrem-se: Como suas almas enfrentaram as chamas para retirar a adaga, as suas almas deverão retorná-la.

Xena olhou para Gabrielle sorrindo e pegou em sua mão com a adaga.

— Suponho que devolver deva ser fácil.

Gabrielle sorriu e estendeu a mão com firmeza com Xena sobre as chamas da pira. Uma força envolveu a adaga e elas abriram suas mãos para depositá-la.”

O sol já entrava pela janela e batia sobre os olhos de Gabrielle. Ela os abriu e olhou para o seu lado. Xena dormia serenamente com o rosto voltado para si e ela ficou admirando a beleza por trás dos traços fortes, elegantes e amados. Depois de algum tempo, Xena abriu os olhos e a fitou com um olhar intenso num azul brilhante. Não falaram nada. Nada havia a se falar. Abraçaram-se e beijaram-se forte, expressando toda a felicidade que inundava suas almas. Olharam-se novamente e uma lágrima corria pelo rosto da guerreira.

— Tive muito medo. — Sua voz saía embargada e fraca. Suas emoções eram confusas e pareciam escapar velozmente sem que conseguisse nomeá-las. Gabrielle estendeu sua mão e pousou dois dedos sobre seus lábios.

— Eu sei. Não precisa falar nada. — Depositou um beijo suave sobre cada olho de sua amada guerreira.

— Por que fez aquilo? Até agora eu não entendo! A adaga que estava com ele era falsa, era a adaga forjada por Hércules. Você fez isso para me castigar por todos esses anos?

— Não! Claro que não, Xena! — As lágrimas agora corriam soltas pelos olhos da guerreira. Gabrielle a abraçou novamente.

— Então, por quê? — Sua voz continuava embargada.

— Xena, você estava de frente para ele e por estar presa não tinha um bom ângulo para ver. Ele sabia. Lembra quando eu te disse que havia sonhado com Bacco te transpassando com a adaga de Hélios? — Xena apenas meneou a cabeça. — Pois bem, você bem sabe que quando uma bacante nos morde, nós começamos a transformação, mas ainda temos muito de nossa vontade. Nossa transformação só é completa quando bebemos o sangue de Bacco.

— Eu sei disso. Nós já passamos por isso da outra vez. Por isso, eu falei para você ficar com a adaga verdadeira.

— Pois é, quando aquela bacante me mordeu, eu tive um vislumbre dos pensamentos de Bacco, me conectei a ele naquele momento. Ele sabia que as armaduras eram do metal de Hefesto. Não sei como soube, mas ele iria te estocar no baixo ventre, não na armadura, pois sabia que apesar de ser a adaga de Hélios, nem ela poderia transpassar o metal de Hefesto. Eu não poderia deixar e não havia tempo suficiente. Mesmo que o atacasse por trás, ele investiria contra você. Talvez até soubesse da adaga.

Xena enxugou seus olhos.

— Não, da adaga seguramente ele não sabia, senão ele teria pegado a que estava com você. Eu acho que subestimei Ares. Ele pode não ter visto e ouvido o que conversamos na casa de Hércules, mas ele nos viu com armaduras diferentes depois que saímos da casa dele. Ares sabe que Hércules tem o metal de Hefesto. Juntou dois e dois.

— Com essa informação dada por Ares, Bacco não quis se arriscar e te mataria sem tentar transpassar a armadura.

Xena abraçou Gabrielle com mais força.

— Sei que tenho que te agradecer, mas minha vontade nesse exato momento é te matar.

— Isso seria uma insensatez. Estava triste por não saber se eu iria sobreviver e agora quer me matar? — Gabrielle ria da guerreira e dava beijos miúdos em seu pescoço.

Xena se apartou de Gabrielle com o rosto sério.

— Tenho que te contar uma coisa.

— Eu já sei. Enquanto eu estava inconsciente e febril, vi Lao Ma. Ela veio agradecer e se despedir. Disse-me que tudo ficaria bem e que eu sobreviveria, mas que já havia chegado a hora de Lila. — Gabrielle baixou os olhos. — Não digo que não estou triste, mas pelo menos pude ver minha irmã uma última vez e me foi permitido ver meus pais também. Esse estado inconsciente em que fiquei me rendeu algumas alegrias. Eles estão bem e Lila também. Ela está com eles.

— Acho melhor nos banharmos e depois avisar que você acordou para todos, eles não sabem que Afrodite e Ares estiveram aqui.

— Mas, uma coisa eu ainda não entendo. Por que nos fizeram pensar que era uma empreitada espiritual se, na verdade, contamos unicamente com nossas habilidades de guerreiras?

— Acho que se tratava mais de nossa própria descoberta e confiança. Para você me trazer, precisava se livrar do rancor que minha partida trouxe ao seu coração.

— Para que Eve empunhasse uma arma novamente, precisaria ter certeza da aceitação de Eli e para que tivéssemos a certeza de que alcançaríamos nosso objetivo juntas, teríamos que ter todas as nossas crenças em uma só, como algo que não precisa das fronteiras de uma doutrina. Paradoxo, não?

— Não sei… Mas acho que o amor não tem essas fronteiras, tem?

— Xena, você está filosofando.

— Eu? Claro que não. Isso que falei é palpável.

— É? Como? — Gabrielle sorria.

Xena se aproximou e deu um longo beijo nela, fazendo-a perder o fôlego.

— Como isso.

Gabrielle se levantou da cama em direção ao quarto de banho.

— Não, não, não. Você estava filosofando.

Xena se levantou e foi correndo ao encontro da barda, a segurando pela cintura e a guiando. Sussurrou em seu ouvido.

— Você ficou sem palavras, agora. — Depositou um beijo em sua orelha.

— Eu? Sem palavras? Nunca! Apenas queria que você me acompanhasse no banho. — Resvalou sua mão para dentro da mão de Xena e a puxou.

— É? E o que você pretende fazer no banho?

Gabrielle olhou a tina já cheia de água.

— Foi você que a encheu?

— Sim. Pouco antes de Ares e Afrodite aparecerem. Na realidade, eu tinha esperanças de vê-la acordada. Alguma coisa me impulsionou a fazê-lo.

— Então não é tão palpável assim, é? — Gabrielle tinha um sorriso maior nos lábios.

— Ora sua… — Xena a pegou no colo e entrou na tina com Gabrielle rindo e se esperneando. — Fique quieta, senão acabará com a água do banho!

Gabrielle abraçou Xena. Estava envolta pelos braços da guerreira e sobre seu colo dentro da água. Começaram a se banhar, cada uma com seu pedaço de sabão.

— Você sabe quantas vezes nos banhamos juntas e eu fazia um esforço enorme para não reparar em você?

— Talvez a mesma quantidade de vezes que você se despia de costas por vergonha e me dava oportunidade de reparar em você.

— Xena! Como você pôde fazer isso?

— Gabrielle, a santa da relação nunca fui eu. Por que eu não poderia fazer, se a mim agradava? — Xena ria da cara de espanto de Gabrielle enquanto ela dava tapinhas em seu ombro.

— Que safada!

Xena abraçou forte Gabrielle, para fazê-la parar. Começou a beijar seu pescoço, para que a barda se rendesse aos seus carinhos. Sentiu que o corpo em seus braços amolecia, dando sinais que sua investida dera certo.

— Ah! Xena… Como eu consegui viver sem sentir plenamente você? Aahh!

Xena colhia um dos seios da barda em sua mão, enquanto sua boca encontrava o mamilo rígido do outro seio. Sugou lentamente. Gabrielle segurou o rosto da guerreira, enquanto observava a lenta carícia que seu amor dedicava aos seus seios.

— Mais forte, Xena… Ahhh! Mais forte.

Os ouvidos de Xena eram aguçados com os pedidos de seu amor e uma forte pressão se fazia em seu ventre. Gabrielle lançou seu corpo para trás se amparando na borda da tina enquanto colocava suas pernas sobre os ombros de Xena.

— Me tome Xena… — Pedia sem embaraço algum.

Xena vislumbrou o paraíso a sua frente. Passou a língua calmamente entre as pernas de Gabrielle para degustar o sabor do amor. A leve carícia se tornou mais forte e rápida à medida que os pedidos da barda aumentavam. Xena já colocava seus dedos na entrada da barda.

— Não. Eu quero só a língua, mas quero ver você se tocar. — A voz saía presa e rouca.

Xena pegou Gabrielle no colo e levou-a até o quarto, pousando-a na cama. Sem rodeios, deitou-se entre as pernas da barda, retomando sua mais que prazerosa atividade. Passou a sugar o clitóris enrijecido a sua frente e, ao mesmo tempo, lançou sua mão entre as próprias pernas. 

Na posição em que Gabrielle estava, não conseguia ver precisamente as ações de Xena nela mesma, mas pelos movimentos da guerreira, sabia exatamente o que fazia.

— Isso, Xena! Se toque! Mexe pra eu ver… Quando eu gozar, quero ver você gozar também. — Xena se tocava mais forte a cada palavra proferida por Gabrielle. a observava e gemia incessantemente. — Ahhh! Xena, vamos… Mais forte… Mais fort… Agora! Ah!

Os corpos convulsionaram juntos numa explosão avassaladora. Gabrielle ficou parada sem forças, até mesmo para abrir os olhos e Xena ofegava incrédula da potência do orgasmo atingido. Gabrielle acariciava a cabeça da guerreira.

— Vem aqui, vem. — Pediu, num fio de voz.

Xena se arrastou até o lado da barda e desabou.

— Pelos deuses, pequena! Como você consegue fazer isso comigo?

— Com muita imaginação, meu amor! Eu sou uma barda, lembra? — Gabrielle sorria, olhando para o teto.

— Ah, se lembro… E pelo seu sorriso, tem muito mais coisas nessa sua imaginação, não é? — Xena sorria também.

— Espere e verá minha guerreira.

— Deuses! Eu realmente acho que criei um pequeno monstro!

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Gabrielle estava escovando Aglaio, enquanto Xena montava a égua Barda. Xena queria domesticá-la para que as crianças pudessem montá-la. Já haviam se passado dois meses desde que derrotaram Yodoshi e Bacco.

Um cavaleiro se aproximava do rancho, chamando a atenção das duas.

— Vocês são a Princesa Guerreira e a Guerreira Barda de Potedia?

— Quem quer saber? — Xena perguntou.

— Me chamo Berílio e venho de Pieria. O rei Carídoto pede ajuda contra o exército de Bianor. Bianor é um Senhor da guerra, que vem descendo das pequenas aldeias ao norte e está destruindo tudo por onde passa. Diz que será o novo rei do território grego e que, todos que ficarem em seu caminho, ele irá derrubar. O rei Carídoto ouviu falar de vocês. Disseram a ele que vocês poderiam ajudar…

Gabrielle e Xena se entreolharam. Gabrielle se adiantou.

— Avise ao rei Carídoto que nós iremos, o mais rápido possível.

— Obrigado. — O cavaleiro fez uma reverência e tomou o caminho de volta.

— Ei! O que houve com o “Xena, não vamos mais arrumar confusão” ou “Xena, vamos nos assentar”!

— Xena… — Gabrielle suspirou. — Não fala nada agora e vamos nos arrumar. 

— Hahahahaha! Você também não consegue, Gabrielle. Admita! Você é uma guerreira tanto quanto eu.

— E o que você queria que eu fizesse?

— Nada além do que você fez, mas admita que você nunca deixará passar um pedido de ajuda.

— Xena…

— O quê?

— Cale a boca, por favor, e vamos!

— Ha ha ha! Está bem, meu amor! Vamos… Ha ha ha ha!

Fim



Notas:

Bom dia!

Chegamos ao fim de mais uma aventura. Essa singela postfiction de Xena me relembrou muito o meu início como escritora. Agradeço a vocês que acompanharam e me deram o prazer de rever essa fase de minha vida.

Que a felicidade continue agraciando nossas vidas.

Um grande beijo e até a próxima!




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5 Respostas para Capítulo XII — Antes do amanhecer

  1. Parabéns, Bi!
    te desejo muitas coisas maravilhosas. Dado que você não respondeu, imagino que deva está tendo dificuldade com algo, então, te envio força e que siga firme !!! que o dia de hoje, possa ser mais alegre !!!
    Feliz aniversário!!!!
    Beijos

  2. Bom dia, como estás? Espero que bem!

    Assisti poucos episódios da série Xena e, há muito tempo, assim lendo o seu texto, consegui trazer à mente algumas cenas que ficaram esquecidas nos cantos empoeirados de minha mente. Parabéns pelo seu texto, muito bem escrito e finalizado.

    Como já escreveu José Saramago:

    ”Não tenhamos pressa, mas não percamos tempo.”

    That’s it!

    • Oi, Omuwandiisi!
      Obrigada pelo carinho e fico feliz que tenha se lembrado desse ícone da cultura lésbica com minha história. Eu particularmente tenho muito a agradecer a essa série, pois comecei a escrever fanfictions para depois desenvolver meu próprio estilo.
      Mais uma vez obrigada!
      Um abração e até a próxima!

  3. Carol… Fantástico como sempre.
    Final gostoso de lê e sempre deixando aquele gostinho de quero mais kkkk.

    Obrigada por mais uma obra sua.

    E reli o capítulo anterior e na sequência esse, tudo ficou claro kkkk

    Um ótimo final de semana pra vc e sua família
    Até a próxima 😘

  4. Oie, Bi!! Tudo bem?
    uau, dessa vez cheguei justo!
    Que bom foi relembrar essa série através de suas palavras. Eu até assitir a série de novo!! kkk. E fiquei c uma dorzinha do final,mas ler um postfinal sempre alegra nossa imaginação.
    Lembro de vc boa primeiros textos e quando me chamou no Orkut. Como não?!!! Sem falar q me queimei na estufa e vc” onde tá vc, me deixou na pista ” e lembro que me perguntei: Mas que expressão é essa? rsrs. Foi MT bom!
    Demorei pq tava sem receber notificação, em.alguns capítulos ,mas dessa vez recebi.
    Amei!!
    Espero nos vermos aqui com mais estórias. Seja qualquer gênero, vc sempre vai me surpreender e me fazer entrar nas estórias.
    Beijos pra vc e sua esposa. Cuide-se!!!

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