O Coração de Freya

Capítulo 6 – Roupas do passado

Capa: Tattah Nascimento

Revisão: Isie Lobo e Nefer

Texto: Carolina Bivard


Capítulo 6 – Roupas do passado

Bridget estava na cozinha, contígua à sala, cortando alguns tubérculos. Tinha se banhado e colocado uma roupa mais leve. Não lembrava o quanto aquele lugar lhe trazia prazer e relaxamento. Escutou os passos de sua hospede, vindos do corredor, mas não elevou o olhar. Apesar de se contrariar por ter levado alguém ao seu santuário, e não estar certa sobre quem era Kara Lucrétia, gostava da presença da freyniana. Tentou parecer displicente e sentiu os olhos pesarem sobre si, quando os passos se aproximaram da bancada.

– Está cozinhando?

– Sempre cozinho quando estamos atracados. Comer comida de sintetizador sempre, por mais que tenha um gosto agradável, não me atrai. Nunca me viu cozinhar lá no refeitório da nave?

– Na verdade, não. Como disse antes, evitava sair muito do alojamento. Eu me alimentava sempre com a comida feita no sintetizador do meu quarto.

– Então, hoje terá uma comida fresca, feita na hora.

– Deixe-me adivinhar. Sua dispensa faz suspensão de atividade molecular. Por isso tem esses alimentos, supostamente frescos. – Fez um gesto apontando os vegetais e a carne

Bridget elevou os olhos, encarando-a risonha. Colocou um pedaço de cenoura na boca, mastigando e virando-se para cortar a carne.

– Não são “supostamente” frescos. Se a atividade molecular é paralisada, não envelhecem e não perecem. Eles estão frescos! – Afirmou e apontou com a faca em direção a janela, mostrando a área externa da casa. – Onde estamos, fica distante da cidade. É uma mão de obra ter que procurar um mercado, sempre que quero comer algo feito pelas minhas mãos.

Bridget não tinha se atinado, ainda, para a vestimenta que Kara usava. Quando voltou o olhar para ela, parou de mastigar, deixando o maxilar relaxar, a ponto da boca abrir. “Pelas águas sagradas de “Cantara”, o que é isso?!”  Engoliu a cenoura com dificuldade. Reconheceu a roupa que a engenheira usava, mas não imaginava que, algum dia, visse outra mulher vestida com elas e que a atraísse tanto quanto, quando Decrux a usava.

– Algum problema? – Kara perguntou, sentindo que a comandante observava suas roupas. – Eu não pretendia usar as roupas do armário. Só peguei porque você autorizou.

–  Não…não tem problema nenhum! – Apressou-se em explicar. – É que estas roupas não são muito usuais, por conta do tipo de tecido. Não costuma atrair as pessoas.

– Pois eu peguei, exatamente, por conta do tecido. – Sorriu. – Em Freya tínhamos fazendas de algodão e de seda, embora tivéssemos a maior parte da manufatura de tecidos sintéticos, as roupas de tecido orgânico eram as mais apreciadas. Eu que fiquei impressionada por você ter tantas roupas de tecido orgânico. E as calças jeans são as minhas prediletas.

Respondeu instruída, sentando-se na banqueta em frente ao balcão e observando melhor sua anfitriã. “Forças, Kara! Ela é uma terráquea!” A engenheira se condenava por ter lançado um olhar perscrutador, assim que sentou. A comandante não ajudava, em nada, para a sua força de vontade de se afastar de encrencas. Bridget estava divina, em uma blusa sem mangas, calças jeans justas e surradas, e avental. Com estes pensamentos, Kara idealizava muitas coisas. Ver a morena de compleições musculosas atrás de um avental de cozinha, definitivamente lhe atraía.

A primeira vez que a vira andar de top e calcinha box, pelos corredores da nave, sentiu-se mal por saber que a outra só andava daquela forma, quando estava sozinha. Mas, depois de algum tempo, deixou-se observar com apuro e como um segredo íntimo, às vezes torcia para que estas raras ocasiões acontecessem.

– O que tem para jantar? – Perguntou, quebrando o breve silêncio entre elas.

– Carne de veado à jardineira, gosta? – Perguntou jocosa.

– Eu gosto de carne de veado, no entanto, não sei o que é “à jardineira”, mas pelos legumes cortados, acredito que gostarei sim. – Devolveu a brincadeira.

– Então me faça um favor, pegue este saca-rolhas e escolha uma garrafa de vinho ali, naquela adega. – Apontou em direção à parede do canto. –  Aproveite porque será sua última noite de folga.

– Vinho, einh? Então vamos ver o que tem aqui.

Kara se dirigiu a adega e embora, lá no fundo, se esforçasse para negar esta pequena intimidade que se instalava, sentia-se compelida, quase arrebatada a interagir. Observou algumas garrafas e retirou um vinho “Arturiano”. Quando retornou ao balcão, Bridget já havia colocado as duas taças sobre ele. Abriu o vinho e derramou a rubra bebida, sem conseguir conter o sorriso, mesmo que sutil, que insistia em desenhar a face. Pegou uma das taças e estendeu para a “mestre gourmet”, que a segurou e tilintou levemente na sua.

– Então amanhã começaremos a instalar as ampolas.

– Na verdade, quero abrir primeiro aquele contêiner. Sei que é perigoso, Kara, mas depois dos destroieres nos espreitando, hoje cedo, não sei se vou devolver essa carga para a República. Eu quero saber o que tem dentro e com o que estamos lidando.

– Um brinde a sua magnífica ideia! – Kara levantou a taça, irônica.

– Você está me sacaneando? Acha que não temos que abrir o contêiner?

A comandante perguntou contrariada, já deixando seu temperamento beligerante aparecer, fazendo Kara rir.

– Você não relaxa? Eu estava brincando com você. Achava que seria a primeira coisa que deveríamos fazer, mas esperava por sua diretriz.

Bridget abrandou a postura e balançou a cabeça, entendendo o que a outra mulher falava. Estava na defensiva, desde que toda a loucura com a República começara. Ouviram uma voz soar no ambiente.

– Movimentação e assinatura de calor se aproximando pela estrada oeste.

Bridget se colocou em alerta, retirando o avental, enquanto Kara levantava da banqueta. A comandante expandira a abrangência da atuação de Decrux, instalando o sistema na casa através do emulador.

– Apenas uma assinatura de calor, Decrux?

– Sim, comandante.

– Vá para trás do balcão.

 Bridget sussurrou para Kara e foi prontamente atendida. A engenheira não tinha nenhuma arma e a melhor chance, seria se defender com os utensílios de cozinha. A comandante caminhou até a porta, posicionando-se escondida no portal e olhou através da vidraça. Colocou a mão no punho da arma em seu coldre. Parecia que o artefato já fazia parte de seu corpo. Nunca se separava dela.

Escutou passos na varanda pelo lado de fora. Colocou o polegar da outra mão sobre um pequeno painel de leitura digital, logo acima da maçaneta da porta, destravando-a. Com cuidado, girou a maçaneta, lentamente, para que o barulho não alertasse o intruso e, num só movimento, abriu a porta, sacando a arma e apontando para o local de onde vinham os passos.

– Calminha, Brid! Sou eu, Jokull!

O homem falava assustado. A comandante, filha de seus estimados amigos, baixou a arma, imediatamente.

– Droga, Jokull! – Bradou com o coração aos pulos. – Como você chega assim, tão devagar? Quase te matei, homem!

– Ei! Qual o problema? Você não vem aqui há três anos. Vimos Decrux passar por cima da vila. Loa pediu para vir até aqui te convidar para jantar.

 Conversavam em frente a porta e Kara relaxou, entendendo que o homem era conhecido de Bridget. Começou a observá-lo melhor e viu pequenas guelras nas laterais de seu pescoço. A forma dele era humana, exceto por este detalhe. “”Pontos”. Estamos no planeta “Pontos”. Pela Deusa Eiliv! Como ela conseguiu chegar até aqui em tão pouco tempo?”. Kara se questionava. Chegar até um planeta de fronteira do quadrante delimitado era uma coisa, mas Pontos era um planeta que se localizava em outra galáxia. Precisaria bem mais que um simples salto dimensional de algumas horas para chegar até ali.

Kara tinha conhecimento da existência daquele planeta, não por alguma relação direta com ele. O governo de Freya tinha relações e acordos de cooperação tecnológica com o planeta Ugor. Haviam feito este acordo pouco antes da guerra começar, pois Ugor tinha uma tecnologia avançadíssima, no entanto não chegaram a trocar informações. A guerra fora declarada, fechando os canais de comunicação interespacial.  Pontos fazia parte do mesmo sistema solar que Ugor na galáxia de Leda.

– Hoje não vai dar. Chegamos e já comecei a fazer o jantar. Iria até a vila amanhã, para falar de minha chegada e ver vocês, mas agradeça a Loa. Diga que estou com saudades também.

– Vejo que está com visita.

Ele respondeu com curiosidade, olhando para dentro da casa, observando a mulher próxima do balcão.  Depois de Decrux, ela nunca mais levara uma mulher para lá.

– Sei o que está pensando. Pode tirar essas ideias da cabeça. Ela é minha engenheira espacial e tenho que resolver problemas na nave. Por isso que ela está aqui. – Falou baixo.

– Não estou pensando nada, Brid. Você que está muito apressada em se explicar.

Respondeu rindo, enquanto se afastava. Caminhava em direção a escada.

– Até amanhã, Brid, e pode levar a sua garota.

Completou, gargalhando. Não deu tempo para a comandante retrucar, pois se ela falasse um pouco mais alto, dali da varanda, certamente Kara escutaria. Entrou, guardando a arma no coldre.

– Não quis chamar seu amigo para jantar?

– A esposa dele foi quem pediu para me chamar para jantar. Nos convidou para irmos amanhã até a casa dele e aí apresento meus amigos a você.

– Espero que gostem de conhecer a sua garota.

Kara respondeu, lançando um sorriso jocoso de lado, fazendo Bridget corar. A comandante se apressou a se colocar atrás do balcão e recomeçar a feitura do jantar.

– Ele nunca me viu com ninguém aqui. Por isso falou aquilo. – Respondeu, sem olhar a engenheira.

– Você está demonstrando um lado bem interessante, comandante. Nunca imaginei que ficasse envergonhada diante de uma mulher. – Provocou.

“Merda! Por que estou falando essas coisas para ela? Se ela tentar algo comigo, será difícil me afastar.”  Kara se repreendeu, mentalmente.

– Não estou encabulada por mim, mas sim, por ele. Conhece o termo “vergonha alheia”? Pois é isso.

– Entendo…

Kara ainda sorria, mas logo se alinhou, tentando cortar aquela aura de intimidade.

– Bom, de qualquer forma, será um dia duro amanhã. Para abrirmos o contêiner, pensei em isolar a área de carga, primeiro.

– Com isso não se preocupe. Decrux fará o isolamento.

– Como assim, Decrux fará o isolamento?

– Ah, é… Bom, a nave já tem um sistema de isolamento da área de carga. A IA* vedará ao meu comando. É um sistema que instalamos assim que comecei a transportar ensaios de laboratórios para a República.

– Certo. Então apenas me certificarei da segurança do sistema. A partir daí poderei iniciar uma sondagem mais específica. Os maiores problemas serão na instalação de um módulo de operação à distância e operar do lado de fora da área de carga para decodificar a trava do contêiner.

– Esse não é o maior problema.

– Acha que não?

– Sei que tem competência para isso e por mais tempo que leve, sei que conseguirá. Você é xereta, e vai conseguir. – Enfatizou.

– Não sou xereta, já disse. Sou curiosa.

– Que seja. Nosso maior problema será a segurança. Não sabemos o que tem lá dentro. E se for algum organismo que o sistema não detecte, nós estaremos encrencadas.

– É, eu sei.

– Você sabe de todas as complicações que me meti, mesmo assim quis vir junto. Por quê?

– Já expliquei, mas você não quer acreditar. Entenda que, nestes anos pós-guerra, tenho vivido para sobreviver. Perdi contato com a maioria das pessoas que me eram caras e hoje, não consigo me comunicar com quase ninguém de meu planeta.

– E o pessoal de sua nave? Não manteve contato com ninguém da nave que saiu de Freya?

– Infelizmente minha nave foi atingida e quando chegamos a uma estação da República, fomos enviados para alas diferentes para o socorro. As estações não estavam preparadas para nos receber. Não imaginavam que aconteceria “aquilo”. Minha nave foi uma das últimas a deixar o planeta e não tinha muita gente que conhecia. Quando fui liberada pelas autoridades da República, quase um mês depois, a maioria já havia deixado a estação.

 – Liberaram você só um mês depois?

– Fiz a idiotice de falar minha posição no governo de Freya. – Kara sorriu melancólica. – Os poucos que encontrei, resolveram ir para algum planeta aberto. Eu permaneci mais um tempo, na esperança do governo da República nos identificar.

– Perdeu contato com a maioria.

– Sim. Faz muito tempo e a minha dor maior foi quando Freya explodiu. O resto que veio depois, eu ainda estava amortecida pelo que ocorreu.

– Não se ressentiu, nem quando tudo passou?

– Sim, depois sim. Mas aí a coisa já estava consolidada. Mantenho contato com algumas pessoas que encontrei pela rede, mas nenhum amigo ou conhecido. Nunca achei ninguém de minhas relações.

Brid suspirou. Tinha nascido dentro de um planeta da República, mas tinha sido criada entre estações, viagens e planetas desconhecidos. Não tinha este apego a um lugar específico, a não ser Pontos e, mesmo assim, o conhecera quando já tinha dez anos. Pegou-se imaginando se Pontos fosse destruído. Uma angustia abarcou seu peito. Sacudiu a cabeça para ear os pensamentos.

– Sinto muito.

Bridget mexia o refogado, enquanto conversavam e a engenheira reparava nos movimentos da comandante. Segurava-se para não sorrir diante das conjecturas que fazia. A oficial de comando não era exatamente uma mulher feminina. Seus movimentos eram sempre firmes e a sua postura era rígida como a maioria das atitudes que tomava. Apesar dos cabelos castanhos serem longos, ficavam sempre presos em um rabo de cavalo. Kara não entendia porque ela os mantinha daquele tamanho, já que nunca o vira solto, nem quando estava sozinha na nave. A engenheira apreciava a musculatura saliente e delineada dos braços, vista através das camisetas sempre presentes no vestuário da comandante. Quando a viu de calcinha box, pode observar que as pernas acompanhavam o mesmo estilo, mostrando que a comandante praticava atividades físicas constantes para manter os músculos avantajados.

– Gosta de malhar? É que percebi que gosta da musculatura… como poderia falar?  Volumosa.

Kara fez a pergunta se arrependendo, logo em seguida. Viu que no rosto de Bridget se formou uma expressão marota e se preparou para a investida.  

– Gosto dela volumosa em mim. E você?

– Eu, o quê? Se eu gosto de malhar?

– Não. Eu quero saber se gosta da musculatura desenvolvida que eu tenho.

A comandante completou, fitando a engenheira, numa expressão brejeira. Tampou a panela e pegou a taça de vinho, dando a volta no balcão. Aproximou-se de Kara e chegou tão próxima que, quase se encaixou entre as pernas dela, que permanecia sentada na banqueta. A oficial da engenharia inspirou e prendeu por segundos a respiração. Tinha alimentado este clima, diversas vezes, durante aquele início de noite, mesmo sabendo que não deveria se aproximar tanto da comandante.

Desceu da banqueta, praticamente colando seus corpos, pois Bridget não havia deixado espaço entre elas. Saiu pelo lado, ficando de costas e observando todo o ambiente da sala. Finalmente falou, desconversando, para quebrar aquele clima que se formara.

– Então, você tem música aqui?

Bridget baixou a cabeça, balançando-a levemente. No semblante, um sorriso incrédulo. Aquela mulher estava começando a atiça-la demais com aquelas atitudes.

– Tenho, mas não sei se gostará do meu estilo. Gosto de música antiga e quando digo “antiga”, é bem antiga mesmo.

– Experimente. Gostaria de ouvir.

– Modulo de música cinco.

A comandante ordenou e começou a tocar um ritmo calmo e melodioso. A música era um Blue, ritmo do antigo planeta Terra, onde a República havia se formado. À partir dali, a freyniana se resguardou, frustrando a comandante. Após o jantar, sem mais nenhuma abertura por parte da engenheira, a comandante se despediu para dormirem e começarem o trabalho no dia seguinte. Bridget entrou no quarto e sentiu a presença de Decrux.

– O que foi agora? Veio para me sacanear, ou me orientar sobre como abriremos o contêiner amanhã?

– Nenhum dos dois. Vim para dar uns conselhos em relação à Orelhinha.

– Ah, para! Pode sumir.

– É sério. Ela está interessada e você também. Só que ela é de outra espécie.

– Dane-se que ela é de outra espécie! Eu acho que já andei em planetas e conheci espécies que eram mais esquisitas do que ela. Já pulei essa etapa do preconceito há algum tempo, não acha? Para mim, ela é toda humana, só com algumas poucas características diferenciadas. É quase como uma diferença étnica, como você, por exemplo. Aliás, eu podia até te chamar de “Olhinho”, já que sacaneia ela com a orelha. Você tem o olho repuxado, e ela tem a orelha, e daí?

– Você quer me escutar? Não é você, criatura, é ela!

– Então acha que ela tem preconceito comigo?

– Não! Ela apenas está assustada. Nunca deve ter se relacionado com humanos e pode estar insegura.

– Insegura com que? A não ser que a espécie dela não beije, ou se beijar, tenha veneno nos lábios que só é tolerado pela espécie dela. Fora isso… Ei! Você sabe de alguma coisa que eu não sei?

– Eu? Sei que freynianos beijam e não tem veneno nos lábios. O resto, descubra. É com você. Só vim dizer que deveria ser um pouco mais enfática na investida. Bom, vou terminar de estruturar o isolamento da área de carga.

Decrux “desaglutinou”, sem esperar que Bridget retrucasse. A comandante sacudiu a cabeça em negativa. Aquela visita de Decrux a deixou com uma interrogação na mente.

– Decrux, você sabe de alguma coisa. Eu te conheço.

***

Nota: Como prometido, aí está o capítulo extra. Terça-feira tem mais!



Notas:



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4 Respostas para Capítulo 6 – Roupas do passado

  1. Subindo a escadaria da Penha de joelhos só pra te agradecer por essa postagem extra, Carol! ???

    Mas caramba, não creio que não rolou nem um beijinho, nadinha! O clima esquentou a ponto de assar os legumes que estavam sobre o balcão e… nadica de nada? Poxa! ? Desse jeito vou ter que subornar São Pedro pra ele colocar a terça-feira antes da segunda ?
    Beijão Carol, saudades.

    • Oi, Rocco!
      Que coisa gostosa ter você aqui. rs Eu prometi, não foi? Me responde uma coisa. Você consegue colocar as carinhas porque comenta pelo cel?
      Olha, São Pedro não colocou a Terça antes da segunda, mas fez o tempo voar. rs Já chegou e se quer beijinho Kara-Brid, Brid-Kara, vai ter que ler hoje! A neve vai derreter um pouco lá em “Pontos” rsrs
      Obrigadão, minha amiga!
      Beijo grande!

  2. Capítulo extra!!???

    Oi Carol amei!!!!
    Poxa a Kara ainda fugindo da comandante que peninha kkkk Qual será o segredinho da freyniana?! ?Ainda aposto no anatômico, viu?! ??

    Abrs e até terça ?

    • Olha, Lins, só não te conto, porque aí perde a graça de ler. Mas Já disse que gosto do seu raciocínio ;). O capítulo que vou postar hoje, vai dar mais algumas dicas e no próximo, veremos se está certa, ou não. rsrs
      Um beijão pra você e valeu!

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