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Capítulo V — Confiar em deuses novamente?

O quarto de Gabrielle era acolhedor. Tinha uma grande cama próxima à janela e um pequeno armário. Gabrielle acendeu um candelabro com duas velas sobre a mesa que usava para escrever, mas deixou os outros dois que havia no quarto sem acender, dando um ar aconchegante ao ambiente. A necessidade de ter o corpo de…

Capítulo IV – Doce retorno, novos problemas

Chegaram ao porto e em uma marca já estavam acomodadas. Deixaram Argo no porão e pegaram uma cabine, tomaram banho e se sentaram à mesa para comer, pois não tinham se alimentado pela manhã — Tenho que me acostumar com suas mudanças. — Que mudanças? — Você morria de enjoo em barcos e agora come…

Capítulo III – Descobrir o que já se sabe é apenas lembrar

Levaram menos tempo para descer do que Gabrielle para subir. Em quatro dias já estavam na aldeia onde Gabrielle deixara Argo. — Quer descansar aqui ou quer seguir viagem? – Perguntou Gabrielle. — Acho melhor ficarmos por hoje. Já vai anoitecer. O que foi falado onde teríamos que ir? — Nada foi falado ainda. Acho…

Capítulo II — O amor é o bálsamo da alma perdida

 Ao entardecer, chegou ao rancho e foi direto para a casa de Sarah. Sabia que a esperavam.  — A tia chegou, a tia chegou! — Gritava a pequena Xena, alegremente. — Oi! Foi tudo bem? — Perguntou Virgil desconfiado. — Foi tudo ótimo! Afrodite continua a mesma, mas ela sempre foi muito boa comigo. —…

Capitulo I – A alma definha sob o peso de um coração ferido

Já se iam dez verões depois que Xena decidiu que seu caminho era a redenção de Higuchi. Gabrielle iria completar trinta e quatro verões e voltava para sua casa. Sim, havia assentado.  Havia adquirido um pedaço de terra e fez quase uma comunidade com os seus mais queridos amigos e parentes. Eram três casas, uma…

46.

Apreensiva, Vanieli observava a abertura no teto da caverna enquanto os sons do combate lhe chegavam abafados. Aos seus pés, a pequena Aneirin balançava a cauda longa de forma ritmada. Não sabia em que momento a gatinha chegou ali, mas sua presença oferecia conforto. Sentimento que a abandonou no instante em que o punhal de…

45.

Lorde Vans sentia uma sede implacável, que almejava saciar com sangue, muito sangue. Naquela altura dos acontecimentos, ele já não era capaz de controlar o desejo que o dominava. O que começou com a vontade de sobrepujar os inimigos do seu rei, tornou-se uma inebriante viagem aos seus anseios mais sombrios. Como um herdeiro da…

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