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Capítulo IV – Doce retorno, novos problemas

Chegaram ao porto e em uma marca já estavam acomodadas. Deixaram Argo no porão e pegaram uma cabine, tomaram banho e se sentaram à mesa para comer, pois não tinham se alimentado pela manhã — Tenho que me acostumar com suas mudanças. — Que mudanças? — Você morria de enjoo em barcos e agora come…

Capítulo III – Descobrir o que já se sabe é apenas lembrar

Levaram menos tempo para descer do que Gabrielle para subir. Em quatro dias já estavam na aldeia onde Gabrielle deixara Argo. — Quer descansar aqui ou quer seguir viagem? – Perguntou Gabrielle. — Acho melhor ficarmos por hoje. Já vai anoitecer. O que foi falado onde teríamos que ir? — Nada foi falado ainda. Acho…

Capítulo II — O amor é o bálsamo da alma perdida

 Ao entardecer, chegou ao rancho e foi direto para a casa de Sarah. Sabia que a esperavam.  — A tia chegou, a tia chegou! — Gritava a pequena Xena, alegremente. — Oi! Foi tudo bem? — Perguntou Virgil desconfiado. — Foi tudo ótimo! Afrodite continua a mesma, mas ela sempre foi muito boa comigo. —…

Capitulo I – A alma definha sob o peso de um coração ferido

Já se iam dez verões depois que Xena decidiu que seu caminho era a redenção de Higuchi. Gabrielle iria completar trinta e quatro verões e voltava para sua casa. Sim, havia assentado.  Havia adquirido um pedaço de terra e fez quase uma comunidade com os seus mais queridos amigos e parentes. Eram três casas, uma…

46.

Apreensiva, Vanieli observava a abertura no teto da caverna enquanto os sons do combate lhe chegavam abafados. Aos seus pés, a pequena Aneirin balançava a cauda longa de forma ritmada. Não sabia em que momento a gatinha chegou ali, mas sua presença oferecia conforto. Sentimento que a abandonou no instante em que o punhal de…

45.

Lorde Vans sentia uma sede implacável, que almejava saciar com sangue, muito sangue. Naquela altura dos acontecimentos, ele já não era capaz de controlar o desejo que o dominava. O que começou com a vontade de sobrepujar os inimigos do seu rei, tornou-se uma inebriante viagem aos seus anseios mais sombrios. Como um herdeiro da…

44.

— Que inferno!  A frase foi tudo o que Voltruf comentou sobre a existência de magos capazes de controlar os mortos em um campo de batalha. Imaginar tal situação era, no mínimo, aterrador. Mesmo para alguém, cuja existência de milênios permitiu confrontar os inimigos mais extraordinários. E quando seus olhos divisaram o terror que tal…

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