Tag Archives: Carolina Bivard

Capítulo 17 – O mundo ao contrário

Estávamos de frente para as cinco aberturas que haviam no salão. Olhávamos para nos lembrar o que tinha no pergaminho, pois lá não falava nada de cinco passagens. — Parecem iguais. Não vejo nada que possa identificar uma específica. — Vamos tentar nos lembrar do que dizia após a entrada da caverna, Tália. — Só…

Capítulo 16 – O pântano.

Acordamos cedo e Melorne bateu em nossa porta. — O desjejum será servido daqui a minutos. Meu pai pediu para acompanha-las. — Nós teremos que sair em breve, Melorne. Como havíamos dito, faremos as orações no santuário… — Eu acompanharei vocês, não se preocupem. Partiremos logo após o desjejum. Agora a coisa tinha encrencado. Como…

Capítulo 15 – Nossos inimigos?

— Tália, acho melhor descermos. A fronteira não está longe e não quero que nenhum curioso ou romântico, olhe para o céu e veja cavalos voadores. Mal Arítes terminou de falar comigo e os dois cavalos já suavizavam o voo, e faziam a descida. Cavalgamos por mais meia hora e paramos para nos trocar. Arítes…

Capítulo – 14 – A guerra

Quando acordei pela manhã, nua sobre a cama, lembrei da noite anterior. Meu sorriso abriu em meu rosto. Mesmo consciente do que estava por vir, com a guerra se aproximando, não conseguia segurar a minha felicidade de ter o amor de Arítes em minha vida. Olhei para ela, adormecida. Tinha trocado de roupa e estava…

Capítulo 13 – A magia

— O que temos para comer, irmã? – Perguntou Bridma, a “Senhora do Fogo”. Bonan abriu um sorriso e respondeu. — Não pode esperar nem um pouco, Bridma? — Para que esperar? A minha caminhada foi longa e temo que não tenhamos muito tempo com as duas. Afinal, terão que retornar ainda hoje; ou quer…

Capítulo 12 – Que lugar é esse?

Na cabana, nos amamos mais e desfalecemos, exaustas, felizes, sabendo que havia um significado em nosso amor, do qual, não entendíamos muito bem, mas certamente preenchia, com beleza e força, todas as nossas lacunas.  Acordei com meu corpo dolorido. Uma dor que, de maneira nenhuma, me incomodava. Sorri, ao lembrar da noite anterior e ao…

Capítulo – 11 – A Natureza fala

Era madrugada e conversávamos animados. Havíamos bebido um pouco além da conta, quando um tumulto começou. Um comerciante discutia com alguém de forma alterada. Nos aproximamos para tentar conter a pendenga, mas a confusão já havia se alastrado e muitas pessoas alcoolizadas começaram a brigar. Arítes e Tétis agruparam alguns soldados para tentar segurar os…

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